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 Servindo como Lendas

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Matheus
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MensagemAssunto: Servindo como Lendas   Dom Nov 08, 2015 4:12 pm

Com a descoberta da Divinação, pouco a pouco essa habilidade se tornaria conhecida entre muitos povos e nações de Guilenor. Surpreendentemente, os ogros não seriam uma exceção. Boatos chegariam à Ardonha que os xamãs ogros haviam retornado e que teriam conseguido extrair energia divina de uma cratera em Feldip, e isso preocuparia o recém-entronado Thoros. O trágico fim de seus primos haviam lhe marcado, Narras e Lathas foram reis desumanos e gananciosos, seria ele mais um? Não, diria para si mesmo. Aquele seria o desafio que precisava para provar seu valor.

Por temer usar seu exército de forma inapropriada, ele decidiria enviar mercenários à frente para investigar as ações destes inimigos. Porém, um homem de confiança deveria liderá-los, e o escolhido seria Louis Carnillean, filho da irmã de seu pai. A Guilda das Lendas ficaria encarregada de reunir esses mercenários, e cartazes anunciando uma expedição perigosa e com grandes recompensas seriam espalhadas pelas principais cidades humanas do continente, de Kandarin ao Kharid, atraindo homens de diversos tipos, entre eles Erik Silvaris e Ahmad de Al-Kharid.

Semanas depois, o grupo de vinte e três pessoas partiria de Ardonha até Yanille, onde seu comandante receberia informações preciosas dos protetores da cidade. Daquele ponto, eles continuariam rumando ao sul, e embrenhando-se na selva feldipina quando, para a surpresa de todos, cairiam numa grande armadilha de ogros. Mas o buraco seria muito mais profundo, pois as paredes de uma caverna haviam cedido levando todos até lá. Na escuridão, Louis se levantaria enquanto o grupo se recuperava da queda, tateando as paredes e resmungando, ele encontraria um caminho até uma sala iluminada.

O nobre kandariniano escutaria um ogro praguejando contra alguém, que estava em silêncio. Desembainhou suas armas e quando a criatura bandosiana abriu a porta para sair, ele investiu contra ela, matando-a num duelo acirrado e perigoso. Mas o homem da Casa Carnillean havia ficado muito ferido, e tombaria na sala. Um ser estranho e verde o socorreria, e numa conversa posterior se identificaria como membro da raça skavid, que habitou Feldip antes da chegada dos ogros.

Minutos depois, o restante do grupo alcançaria a sala e o skavid se tornaria seu guia pela rede de cavernas escuras e semelhantes a um complexo labirinto, levando-os à saída nas horas seguintes. Lá, porém, Ahmad, que desconfiava da criatura, atingiria o skavid com um golpe certeiro na garganta. Apesar dos esforços de Erik para salvá-lo, ele morreria e Louis se enfureceria, ordenando que o kharidiano fosse acorrentado.

O grupo já havia avançado um pouco na floresta feldipina, depois do assassinato do skavid, e no seio dela eles seriam surpreendidos por elfos. Daelirn Cadarn, o líder, conversaria com Louis, e eles acabariam descobrindo que estavam todos ali atrás os ogros que ocuparam a cratera de energia divina no sul. No fim, se aliariam para derrotá-los e trocariam informações importantes.

A batalha posterior seria dura, mas os elfos e os mercenários derrotariam os ogros e descobririam algumas coisas. Louis ofereceria depois uma aliança com os elfos para que eles informassem o reino de Kandarin sobre os movimentos os ogros em Feldip, mas Daelirn recusaria e os grupos se separariam. A expedição rumaria então à Jigueguigue, pois tinham descoberto que os xamãs haviam carregado ânforas mágicas com a energia de divinação e levado carregamentos delas até lá.
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MensagemAssunto: Re: Servindo como Lendas   Qui Dez 03, 2015 9:31 pm

Louis enviaria mensageiros para Ardonha, pedindo que o rei Thoros trouxesse reforços a Yanille, enquanto ele e seu grupo alcançariam Jigueguigue, sempre com um batedor de Daelirn em seu encalço, sem que soubessem, para que o lorde élfico fosse informado de seus movimentos e dos ogros. Nas catacumbas do cemitério, eles travariam um intenso combate com ogros e zogros e acabariam descobrindo os planos dos xamãs: Urz, um dos poderosos generais ourgs da Guerra dos Deuses, foi ressuscitado diante de seus olhos com a energia extraída da cratera de divinação.

Erik e Ahmad decidiriam intervir, e matar Urz, mas logo eles e Louis seriam imobilizados pelos xamãs e ficariam inconscientes. Quando acordaram, se viram amarrados em estacas na praça de Gu'Tanoth, ao lado de seus demais companheiros na expedição. Destes, um a um foram pegos e sacrificados numa pedra, e a sangria somada à energia mágica das ânforas de divinação ergueram o maior exército zumbi já visto, zogros ocupando as vielas estreitas entre as barracas de pedra da "cidade" dos ogros aos montes.

Urz implantara-lhes o terror nas faces e nos corações, e zombando deles, soltou-os às portas de Gu'Tanoth, para que fossem até Yanille e o medo lhe servisse de arauto, e foi exatamente assim que se sucedeu. Dias mais tarde, o grande exército estava reunido em torno da cidade, e a guarnição local jamais enfrentou tamanho desafio, vencido apenas por conta da ajuda e do esforço da cavalaria trazida pelo rei Thoros, dos Guardiões de Armadyl, e, inesperadamente, dos elfos.

A morte viria em grandes números para os dois lados, e o Grão-Ourg perderia por fim seu exército, mas lutaria de forma assustadora, abrindo caminho para sua passagem em meio às fileiras aliadas sem que nada nem ninguém pudesse detê-lo. Seguiu para o norte e Kandarin perdeu seu rastro, não seria a última vez que o veriam, certamente. O rei, o grão-duque Gérard, Louis e os demais discutiriam assuntos referentes às defesas de Yanille e às próximas ações, e se concluiria que o retorno de Thoros a Ardonha era imprescindível. O rei e seu exército, acompanhado de Louis, Erik, Ahmad, Daelirn e sua hoste iniciariam os preparativos no dia seguinte.

Baixas

45 mil Ogros
45 mil Zogros

30 canhões
7 mil Guardas de Yanille
600 Guardiões de Armadyl
1.600 Paladinos
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MensagemAssunto: Re: Servindo como Lendas   Seg Dez 14, 2015 10:38 am

O rei partiria com sua hoste de Yanille, mas antes que alcançassem a metade do caminho de volta até Ardonha batedores do exército que viajavam na vanguarda interromperiam a marcha com a notícia de que as tropas de Khazard estavam estacionadas na estrada. Sabendo que haveria luta, Thoros, Louis, Daelirn, o Grão-Mestre dos Guardiões, Erik e os demais oficiais se reuniriam na tenda do rei para criar um plano de ação. Decidiria-se pela fortificação do acampamento nas Colinas de Donha, e o envio de dois batalhões para atrair a atenção dos inimigos.

Louis comandaria os batalhões isca, e uma falha terrível custaria a vida de seus homens e dos elfos Iorwerth que os acompanhavam. Apenas o nobre Carnillean e um soldado sobreviveriam, abrindo caminho entre muitos guerreiros e retornando ao acampamento, feridos. Em seguida, a cavalaria de Kandarin flanquearia a elite do exército de Khazard, fazendo com que a isca funcionasse, apesar do erro anterior. Uma chuva constante e trovões viriam dos céus, e criariam um grande lamaçal ao redor do acampamento.

A batalha seria intensa, e muitos homens morreriam, porém a vantagem da posição de Kandarin e seus aliados, nas colinas, daria-lhes a vitória no fim, não sem a ajuda dos gnomos, que haviam atravessado o rio no decorrer da luta e atacado a retaguarda dos khazardianos. Mas tudo aquilo era uma distração para um plano mais maligno: eliminar os Ardignas.

Khazard pessoalmente surgiria no acampamento com seus guardas de elite através de um portal e atacaria a guarda real que ferozmente defendia Thoros, no entanto, a intervenção de Daelirn e Louis, que criariam distrações para o mahjarrat desperdiçar energia demais com o portal dispendioso, obrigariam-no a fugir em fúria, após a morte de seus partidários cortados ao fio da espada de muitos. Já o rei, ferido, morreria não fosse a ajuda de Daelirn e Bolren, que chegaria naquele momento ao acampamento e entregaria algumas ervas medicinais ao mestre élfico, reanimando Thoros momentos depois.

Kandarin havia vencido, e os gnomos conseguiriam livrar os campos dos khazardianos e cercá-los em sua fortaleza ao norte do rio, porém o ataque levantaria muitas dúvidas. Mais tarde, todas elas seriam esclarecidas: Urz conquistara Hemmenster liderando os duendes do Templo da Planície da Lama, eliminando os Valls e escravizando os camponeses, à exceção de Julienne, que fugiria para Ardonha com seu séquito e outros, e os poucos que se resguardariam dentro dos muros da Guilda dos Arqueiros; Frank Sinclair tomara o Castelo de Aglarost, após a degola do Lorde Wilhelm, declarando-se, com o apoio do Duque de Catherby e da nobreza local, Rei de Auvergne e anunciando a separação das províncias da Aldeia dos Videntes e de Catherby do Reino de Kandarin para formar o novo reino; e por fim, Ceril Carnillean havia desaparecido numa caçada.

Embora perturbado, Thoros tomaria suas próprias medidas. Oferecendo para Daelirn, em troca de seus serviços na investigação e combate aos rebeldes, a cratera de divinação e a região circundante, ele conseguiria que o elfo se encarregasse dessa missão, Louis se ofereceria para investigar o sumiço do irmão sozinho, e Erik e Ahmad seriam enviados para Hemmenster junto com o exército de Kandarin, para que matassem Urz e o Sumo-Sacerdote dos Duendes.

Mortos

15 mil Soldados de Khazard
6 mil Paladinos
1 mil Guerreiros Iorwerth
400 Guardiões de Armadyl
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MensagemAssunto: Flashback   Seg Jan 04, 2016 5:26 pm

Thoros seria noticiado por seus oficiais que a fortaleza de Khazard a oeste do rio Donha havia sido conquistada pelos gnomos após um intenso cerco e que o mahjarrat e seu aliado, Hazeel, planejavam usar suas forças num ataque à Aldeia dos Gnomos em breve, para destruí-la. O Embaixador do Forte dos Gnomos, Gimblewap, que estaria presente na comunicação do relatório, diria que o rei Bolren e o rei Narnode planejavam atacar as terras de Khazard antes, para pegá-los de surpresa e tomar seus territórios, mas que não possuíam tropas suficientes para investir contra a Arena e contra o Porto ao mesmo tempo.

O rei de Kandarin então convocaria Erik, agora considerado um grande herói pelos kandarinianos, e explicaria a situação, pedindo-lhe para ir ao Forte e negociar um acordo com o rei Narnode, oferecendo seu exército para o ataque conjunto, em troca de metade das terras e dos espólios após uma vitória sobre Khazard. Erik iria ao Forte e seria recebido pelo rei gnomo, acordando com ele a participação de Kandarin e dos Guardiões de Armadyl na batalha, porém a recompensa de Kandarin seria apenas um terço das terras e dos espólios, pois a Aldeia dos Gnomos estaria numa situação degradante que não poderia ser ignorada. De volta a Ardonha, o jovem guardião relataria tudo a Thoros, que aceitaria a alteração dos termos, vendo nessa batalha uma chance de extinguir a ameaça de uma invasão pelo sul e poder lidar com o norte o mais depressa possível.

A Coalizão dos Quatro Exércitos iniciaria os preparativos para a batalha.
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MensagemAssunto: Re: Servindo como Lendas   Sab Jan 09, 2016 9:06 pm

Devido a uma reunião com o Chanceler Terrance, Thoros mudaria os planos para a batalha contra Khazard e Hazeel no sul. Louis receberia o comando de um terço do exército de paladinos da capital e convocaria seus vassalos e o Grão-Duque Gérard Nièvre de Yanille para equiparar o que seria fornecido por Ardonha, desta forma Kandarin participaria da batalha sem prejudicar muito as defesas da capital.

Sob o comando de Louis, kandarinianos, guardiões de Armadyl e gnomos lutariam bravamente no que mais tarde seria conhecido como O Massacre do Porto Khazard. As baixas de ambos os lados seriam enormes, mas no fim a vitória seria conquistada pelos aliados. Khazard e Hazeel fugiriam em seus navios para Karamja com o remanescente de suas tropas, porém não antes de destruir a maior parte do que restava do porto. Mensagens seriam enviadas à capital para informar Thoros sobre os acontecimentos e os antigos vassalos de Khazard e Hazeel seriam convocados.

O território e os lucros seriam divididos por três: o Forte dos Gnomos, a Aldeia dos Gnomos e Kandarin, através da pessoa do Duque Louis Carnillean.

Territórios Conquistados

Departamento das Terras de Khazard (Área: 333.345km²)
Capitania do Porto Khazard (Área: 65.000km²)

Saque

437.500g

Baixas - Atacantes

Yanille:

5 mil soldados treinados
2 mil e 500 arqueiros treinados
2 mil e 500 soldados veteranos
250 arqueiros veteranos
500 cavaleiros de elite

Reims:

2 mil e 500 soldados treinados
625 soldados veteranos
200 cavaleiros de elite

Ardonha:

5 mil paladinos treinados
2 mil e 500 paladinos veteranos
600 arqueiros paladinos veteranos
100 cavaleiros paladinos de elite

Império dos Gnomos:

1 mil e 250 magos veteranos
625 montadores de aves do terror veteranos
600 montadores de tartarugas de guerra de elite
200 tartarugas de guerra de elite

Baixas - Defensores

10 mil soldados treinados
750 arqueiros treinados
5 mil soldados veteranos
1 mil arqueiros veteranos
1 mil soldados de elite
1 mil e 250 demônios superiores veteranos
500 magos (IMZ) de elite
2 mil e 500 guerreiros (IMZ) veteranos
2 mil e 500 arqueiros (IMZ) veteranos
500 demônios negros de elite
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MensagemAssunto: Re: Servindo como Lendas   Sab Jan 09, 2016 9:29 pm

Do dinheiro conseguido com as novas terras, vassalos e o saque, 68.750 moedas seriam enviadas a Ardonha e a mesma quantia a Yanille. As outras 300 mil moedas seriam divididas entre as duas cidades gnômicas e o Ducado de Amiens, recém-instaurado e pertencente ao Duque Gaston Carnillean, sob a regência de Louis Carnillean, seu pai. Na divisão do território, de 398.345km², as regiões costeiras do porto, das minas e parte das áreas circunvizinhas à arena passariam ao Ducado de Amiens, 132.780km² no total, a área da fronteira ocidental de Amiens até o rio Donha passaria a pertencer ao Forte dos Gnomos, que ali instalaria bases áreas e colônias (132.785km²), e todo o restante a oeste do rio Donha pertenceria à Aldeia dos Gnomos (132.780km²).

Louis enviaria a metade do tesouro recebido por Amiens aos cofres de Ardonha (50 mil moedas). Seis décimos dos antigos vassalos de Khazard e Hazeel nas novas terras se sujeitariam aos conquistadores e prestariam seus juramentos, porém o restante se declararia independente.
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MensagemAssunto: Re: Servindo como Lendas   Ter Fev 02, 2016 9:30 am

A ameaça ao sul de Ardonha estava acabada com a derrota de Hazeel e Khazard, mas as ameaças no norte se multiplicavam. Os bandosianos haviam migrado para Arandar sob o controle de um novo líder, e os rebeldes fortaleciam suas posições cada vez mais, com o apoio da Companhia dos Anjos e do Santíssimo Banco. O temor de Thoros de ser encurralado em Ardonha e atacado por ambos era visível, mas uma nova chance seria dada a Kandarin com a oferta de Kurog, Comandante da Horda, de lutar ao lado dos kandarinianos em Auvergne em troca de um pacto de não-agressão, que seria imediatamente aceite.

Os gnomos enviariam reforço aéreo e os ikovianos se juntariam às tropas do rei e do chanceler durante a marcha até Aglarost. Os bosques ao sul da província seriam usados para disfarçar o exército e impedir que fossem avistados antes que chegassem perto o suficiente. Um cerco destrutivo se seguiria, levando à morte vários milhares até que um ataque decisivo esfacelaria o remanescente do exército auvergnês e levaria todo o restante à rendição. Os magos da Companhia dos Anjos fugiriam com algumas pessoas importantes da corte auvergnesa, entre elas a rainha e os dois filhos de Frank Sinclair, além de alguns tesouros, mas o rei seria pego e imobilizado por sua irmã, Ana Sinclair, que o levaria até o pátio, onde Thoros e Louis se encontravam,  gritando para que o irmão fosse morto, num claro sinal de sua insanidade. Por ordem do rei, os paladinos levariam ambos à prisão.

Um mensageiro das Terras dos Videntes chegaria pouco tempo depois, com um documento de rendição do Grão-Duque Bob Sinclair e o pedido de colocar-se à mercê do rei e prestar seus juramentos, e Hux, comandante da Força Chancelerial, viria até Aglarost com a notícia de que Catherby fora tomada pelos homens do sob seu comando, e que trouxera o duque Alfred Valois e seu sobrinho, Robert Valois, como cativos até o castelo, mas que o duque morrera no caminho, afirmando que agora Robert seria o duque por direito. Aquelas palavras irritariam Thoros, que enviaria o mensageiro de volta com uma ordem para que Bob Sinclair comparecesse em Ardonha para ser julgado em duas quinzenas e diria a Hux que a nova lei de sucessão era válida em todo o território, colocando Anne Valois como duquesa de Catherby, e não seu primo, independente dos arranjos traiçoeiros de seu pai.

Os ikovianos partiriam antes dos kandarinianos, pois o rei permaneceria durante alguns dias em Aglarost para resolver questões internas. Os mercenários da Companhia dos Anjos, cuja maioria sobrevivera ao cerco, seriam mantidos como cativos, e Thoros exigiria do Santíssimo Banco uma indenização pela guerra financiada pela instituição, em troca da libertação dos homens e seu envio ao Porto de Sarim, embora o Grão-Mestre dos Paladinos começasse a pressioná-lo para executá-los sumariamente e todos os nobres seriam convocados a Ardonha para se dispor à mercê do rei e serem julgados. Thoros exigiria de Entrana uma retratação pelo que foi feito, a deposição do Sumo-Sacerdote Gregório, a eleição de um novo e a invalidação de sua excomunhão. Parte do exército seria mantida em Aglarost para fazer presente a justiça do rei no norte, enquanto Thoros, Louis e todos os demais rumariam ao sul, à capital, com uma rápida passagem por Ikov para negociações.
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MensagemAssunto: Re: Servindo como Lendas   Qua Fev 03, 2016 11:49 pm

Thoros e o Grão-Mestre dos Guardiões de Armadyl, Gerard Higgins, teriam uma longa discussão sobre a recompensa de Ikov por sua colaboração na guerra. As exigências de completa independência dos territórios que seriam cedidos aos ikovianos eram inaceitáveis ao rei Thoros, que temia profundamente outra rebelião da nobreza caso pensassem que a acusação feita pelos auvergneses fosse verdadeira. A oferta inicial de Aglarost seria alterada, primeiro para Hemmenster, por sugestão dos guardiões, mas a recusa a prestar vassalagem levaria Thoros a ceder parte das Terras da Coroa ao norte de Ardonha, numa faixa que se estenderia até o litoral (60.000km²). O acordo seria bem-sucedido, aparentemente, apesar da desaprovação do grão-mestre. Thoros e sua comitiva retornariam à Ardonha.
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