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 Renascimento

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Carlos Augusto
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MensagemAssunto: Renascimento   Sab Dez 19, 2015 4:18 pm

Após apresentar seu projeto de restauração das ruínas de Senntisten, com o fim de reunir fundos para a realização de outras expedições patrocinadas pela colaboração entre a Torre dos Magos e o Museu de Varrock, Dalinor encontraria resistência entre os magos sêniores da Torre quanto aos gastos e à ousadia do projeto. Dalinor argumentara no Conselho dos Encantadores a importância vital do projeto, tanto para reunir fundos quanto para a pesquisa sobre a tecnologia perdida por eras. Ao invés de esperar a decisão do conselho, no entanto, Dalinor escolhera tomar outra estratégia. Dalinor seduzira o jovem Lorde Aemon, Barão de Fronteiriça, e o convencera a sediar um baile com toda a nobreza de Misthalin no seu castelo, no campo. Após uma noite de cortesias, Dalinor retornaria para Varrock com o objetivo de persuadir o Museu de Varrock a iniciar o projeto com as novas doações de nobres filantropos, que estavam mais do que interessados no projeto. Após o início da restauração, a Torre dos Magos apressaria o processo de decisão para aproveitar a oportunidade de tomar crédito na restauração e possivelmente descobrir algo sobre as antigas civilizações ali. Dalinor seria apressadamente escolhido como líder da expedição, apesar da relutância dos magos mais conservadores, embora seu papel na negociação tenha passado largamente despercebido. Os trabalhos da expedição começariam sob a liderança de Dalinor, que passaria a ficar no Centro de Pesquisa de Senntisten temporariamente, supervisionando as operações diariamente.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Dom Jan 03, 2016 6:55 pm

Dalinor utilizaria sua influência na corte, através do barão de Fronteiriça, para conseguir um convite para um baile dado pela Rainha Ellamaria em pessoa. Dentro do Palácio, Dalinor encontrara o Rei Roald em pessoa, e dera tanto a ele quanto à Rainha Ellamaria presentes. À Rainha Ellamaria foram dadas roupas de excelente qualidade, inspiradas nas antigas roupas utilizadas na Segunda Era. A Rainha aceitara o presente, e sua fascinação pelo novo estilo criara uma nova tendência de moda na Corte de Misthalin. Ao Rei Roald foi dado um anel encantado, recuperado das ruínas de Saranthium. Dalinor aproveitaria a ocasião para ressaltar a importância da restauração do sítio arqueológico, e pedira o apoio direto da Coroa à empreitada, ajudando com o financiamento. O Conselheiro do Rei, Aeonisig, intervira pedindo que a Igreja Saradominista supervisionasse diretamente a expedição. Dalinor aceitara as condições. A noite seria longa, e Dalinor passaria o restante dela satisfazendo a curiosidade da nobreza acerca dos magos da Torre, além de passar algum tempo com o barão de Fronteiriça.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Dom Jan 03, 2016 7:06 pm

Fascinado pelos poderes do anel que Dalinor lhe dera, o Rei Roald o convocaria para que ele pudesse explicá-lo como utilizá-los. Dalinor se ofereceria como tutor do Rei, e utilizaria os poderes de persuasão do anel para que o Rei o nomeasse Mago da Corte, e seu conselheiro pessoal acerca de assuntos relacionados à magia e ao oculto. Dalinor passaria o resto da tarde treinando o Rei a utilizar as qualidades protetoras do encantamento do anel. Dalinor estreitara sua relação pessoal com o Rei, assim como com a Corte nos dias que se seguiram. Após dias de persuasão e intriga, Dalinor conseguira o apoio e aprovação da maior parte da Corte do Rei, apesar do desgosto de Aeonisig com a sua ascensão.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Sex Jan 22, 2016 9:19 pm

Dalinor esteve presenta na inauguração da Cidade Restaurada, e hordas de peregrinos e viajantes se amontoaram no festejo financiado pelo Rei, assim como a nobreza de Misthalin e os membros mais importantes da Corte e da Torre dos Magos. Dalinor discursara durante a abertura do festival, conclamando uma nova era de renascimento, tanto da cultura como do conhecimento de civilizações perdidas. Mais tarde no mesmo dia, Dalinor selecionara à dedo seus apoiadores mais entusiastas e fiéis na Corte. O Mago da Corte então os reunira no prédio restaurado do Fórum de Senntisten, à noite, e anunciaria a recriação da Ordem Esotérica do Lorde Vazio. Vislumbrada como uma ordem secreta que visava expandir seu alcance em todos os reinos humanos e além, a Ordem forneceria inteligência e capacidade de ação indireta nos eventos políticos. Dalinor então solicitaria dos primeiros membros da Ordem, que faziam parte da nobreza de Misthalin, que eles recrutassem membros de todas as classes através dos seus contatos, de forma discreta. A punição pela divulgação de qualquer informação vital relacionada à Ordem, ou de infidelidade aos seus membros e objetivos, era a morte. Após algum tempo, o alcance da Ordem seria tão abrangente que membros infiéis ou infiltrados dispostos a divulgar informações eram identificados e eliminados, muitas vezes antes de conseguirem revelar qualquer informação objetiva sobre a Ordem. Além disso, apenas através da iniciação e da passagem por vários estágios na hierarquia que os membros da Ordem tinham conhecimento dos objetivos da Ordem como um todo. No geral, as ordens para os membros de hierarquia vinham em fragmentos, codificadas, e dificilmente faziam sentido isoladas do todo. Nos meses seguintes, a Cidade Restaurada atrairia peregrinos de várias religiões, que consideravam o sítio sagrado, e o turismo geraria grandes benefícios para o comércio em Misthalin.

Após a notificação de que bárbaros de Gunnarsgrun resolveram novamente saquear terras de Misthalin, com o aviso prévio dos faróis instalados na fronteira norte, o Rei Roald conseguiria reunir e enviar tropas, na tentativa de eliminar os bárbaros. No entanto, eles retornavam para seus barcos e desciam para seus acampamentos com os frutos do seu saque, através do Rio Lum, antes que o Exército pudesse os alcançar. Aconselhando o Rei, Dalinor sugerira que fossem criados fortes e torres de vigia ao longo da fronteira com Asgarnia e ao longo do Rio Lum. Sem um Conde, o povo de Draynor estava particularmente vulnerável aos saques dos bárbaros ao Norte. Durante meses, uma disputa de títulos entre membros da nobreza misthalinita que alegavam ter direitos ao Condado de Draynor seria travada na Corte. Dalinor, intermediando a disputa entre os nobres ao lado do Rei, evocaria o Tratado com Eritona, a Verde, durante a criação da Torre dos Magos, que previa a passagem da posse das terras em volta do vilarejo à Torre dos Magos, caso o Conde morresse sem herdeiros. Apesar da contestação de alguns nobres à respeito do assunto, questionando a legitimidade dos documentos, o apoio maciço de Dalinor dentro da Corte e o favor do Rei garantia que essa fosse a saída mais natural, considerando que Draynor precisava de um protetor imediatamente. Os nobres prejudicados que faziam parte da base de apoio de Dalinor dentro da Corte se contentariam em acumular favores com o novo Conde de Draynor. Dalinor partiria para o Sul em alguns dias para garantir a fidelidade dos seus novos vassalos e a construção de fortes na província para proteger a população no caso de saques, fortificando a fronteira. Enquanto isso, Dalinor utilizaria a Ordem para tentar ganhar o apoio do herdeiro do chefe de Gunnarsgrun, evitando que os saques continuassem em Misthalin caso o chefe morresse.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Sex Jan 22, 2016 9:30 pm

Falhando em convencer o herdeiro de Haakon a apoiá-lo através dos seus contatos, Dalinor retornaria à Corte depois que Draynor fosse deixada sob a proteção do seu senescal. Aconselhando o rei a prender a irmã do chefe, Gudrun, que residia próxima a Varrock, e a exigir o fim dos saques imediatamente, em troca da sua vida e segurança. Persuadido pelo Mago da Corte, o Rei Roald ordenaria a prisão e enviaria a mensagem para o acampamento. A mensagem exigia o fim dos saques bárbaros na região de Misthalin, e que o chefe prestasse vassalagem à Coroa. Caso contrário, a filha do chefe seria executada, e o seu povo massacrado. Enquanto isso, Dalinor usaria a Ordem para oferecer armas de excelente qualidade e arcas de ouro para Haakon, desde que ele direcionasse seus saques para Asgarnia e deixasse de saquear em terras Misthalinitas.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Sex Jan 22, 2016 10:07 pm

Haakon aceitaria a proposta, Gudrun seria libertada depois que Haakon jurara publicamente vassalagem à Coroa de Misthalin. Com dinheiro e armas enviadas pelo Conde de Draynor sigilosamente, os bárbaros de Gunnarsgrun retomariam seus saques a oeste, em Asgarnia, com força e vigor redobrados.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Sex Jan 22, 2016 10:56 pm

Após a resolução do conflito com os bárbaros, Dalinor ordenaria o início da construção de um porto em Vila Draynor, capaz de captar o comércio marítimo que atravessava o Mar dos Monstros e garantir uma rota de entrada direta para produtos estrangeiros em Misthalin.

Consciente da evolução dos conflitos em Kandarin, assim como do aumento da influência da Igreja de Saradomin em Entrana como consequência de eventos recentes, Dalinor utilizaria a influência da Ordem Esotérica entre a nobreza e o povo de Kandarin, assim como entre a Ordem dos Paladinos, para persuadir as famílias mais nobres da necessidade de marchar contra Auvergne e destruir os apoiadores do Usurpador. Ideias foram semeadas entre as fileiras da Ordem dos Paladinos e dos bispos ligados à autoridade do Arcebispo de Ardonha, que ainda não havia rompido com a Coroa e tentava uma atitude de reconciliação, a respeito da nomeação de um novo Sumo-Sacerdote, Kandariniano. Boatos sobre a má índole e os péssimos hábitos do Sumo-Sacerdote de Entrana haviam sido espalhados por toda Kandarin, como se não merecesse a posição de Sumo-Sacerdote, e ao desafiar o direito divino da linhagem Ardignas, mostrara-se um herege corrupto e ambicioso.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Qua Fev 24, 2016 3:16 pm

Após a nomeação do Arcebispo de Ardonha como novo Sumo-Sacerdote de Kandarin e a perseguição da Companhia dos Anjos no território da Coroa, os poucos sobreviventes da Ordem em Kandarin se voltariam para a população no campo, nas regiões mais assoladas pela guerra. Acobertados por recrutas locais próximo a Hemmenster, eles se dedicariam a uma conspiração para assassinar o rei Thoros. Sem recursos, eles prontamente aceitam o apoio de um sujeito enigmático, que se revela um Cavaleiro do Templo e fornece o apoio da Ordem à conspiração, alegando ser necessário reunificar a Igreja de Saradomin novamente.

Uma peça de teatro de um dramaturgo local famoso é feita na praça de Ardonha, nomeada "O Martírio de Santa Elizabete". Como um patrono das artes, o rei atende ao evento, ordenando a construção de um camarote de madeira acima do povo comum. Um arqueiro é posicionado nos telhados em volta da praça, e outro assassino tenta entrar disfarçado de guarda no camarote. Confrontado pelos guardas da entrada, ele mostra o selo do chanceler fornecido pelos conspiradores, e exige falar com o Comandante da Guarda Real. Eles deixam-no passar, e no interior ele consegue se aproximar do rei e esfaqueá-lo nos pulmões com uma faca. Sem ter por onde fugir, o assassino tenta arremessar uma esfera metálica fornecida pelo Cavaleiro do Templo para se teletransportar. A esfera na realidade era um explosivo, e todo o camarote voa pelos ares, arremessando pedaços carbonizados dos corpos dos guardas no interior.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Dom Mar 06, 2016 12:42 pm

A Ordem Esotérica do Lorde Vazio, como previamente combinado, usaria seus contatos para semear a divisão nos ducados apoiadores de Ceril Carnillean. No ducado de Amiens, os agentes da ordem tentariam incitar uma rebelião zamorakiana, anunciando que Khazard estava prestes a retornar com um exército, e recompensaria aqueles que houvessem permanecido fiéis à fé zamorakiana e lutado ao seu lado. No entanto, estas tentativas seriam frustradas por conta da perseguição de Guardiões da Luz a alguns de seus agentes, uma nova ordem serenita que estava atenta às atividades da Ordem na região. Em seguida, um dos contatos da Ordem seria enviado para negociar com Irving, o necromante da torre, e após muito esforço e persuasão, conseguira convencê-lo a viajar até Jig'Jig para comandar uma horda de Zogros para saquear os campos em Reims e ameaçar suas aldeias, forçando com que seus nobres locais permanecessem na região para defendê-la deste súbito ataque.

Pouco tempo depois, a Ordem Esotérica tentaria persuadir o ZMI e os discípulos de Scorpius a criar um portal para que Hazeel e seus apoiadores pudessem atravessar para Ourania, e juntar um exército capaz de ameaçar Calais diretamente. Embora o portal fosse estabelecido e Hazeel se estabelecesse em Ourania, este se recusaria a enviar suas tropas em uma guerra da qual não estava certo dos resultados. Logo depois, a Ordem usaria seus contatos na baixa nobreza de Yanille e entre os burgueses para criar um grupo de pressão em volta do Grão-Duque de Yanille para que ele não movesse suas tropas, pois seria perigoso demais deixar o ducado vulnerável a ataques dos ogros, e o fato de que eles haviam cessado seus saques indicava uma preparação para uma invasão renovada. O grupo de pressão se formaria, e levaria suas queixas até o Grão-Duque diretamente, tentando exigir que ele não movesse suas tropas ou dos vassalos para além das fronteiras do Grão-ducado.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Ter Jun 28, 2016 3:59 pm

Após receber uma mensagem de um dos agentes da Ordem Esotérica infiltrado na fortaleza dos kinshra, Dalinor se prepararia cuidadosamente para a visita dos agentes. Após solicitarem audiência com o Rei Roald, o escândalo de lumbridge viria à tona. Em privado, Dalinor receberia Jean e Eva na sala do pequeno conselho, e ajudaria com o que pudesse com a investigação para levá-los até Aesur. Dalinor contaria sobre o incidente de Lumbridge, e Dalinor beijaria o seu velho amigo na saída. O veneno de lenta ação então passaria para a boca de Jean, e só se espalharia na corrente sanguínea caso seu sangue coagulasse e produzisse anticorpos por causa de uma ferida. O objetivo do veneno era paralisar um a um todos os membros, órgãos e músculos de Jean, e seu efeito seria incapaz de ser revertido sem um antídoto, o qual Dalinor beberia pouco tempo depois do fim da reunião, rindo profusamente, embora baixo, dentro da sala do pequeno conselho.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Qui Jun 30, 2016 7:52 pm

Dalinor, após saber da situação crítica em que se encontrava Cyrus Hothensen, entregaria a um de seus agentes a tarefa de proteger pessoalmente Cyrus no plano espiritual, acompanhando-no sempre que possível e com ordens explícitas de Dalinor de como agir em caso de perigo. O grupo de ocultistas que Dalinor havia contratado começaria a estudar as propriedades da fenda de Tolna, enquanto Dalinor, em uma das reuniões do Conselho dos Encantadores na Torre dos Magos, sugeriria amplo investimento para um jovem alquimista vindo de Kandarin em sua pesquisa promissora.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Ter Ago 09, 2016 12:40 pm

Alguns agentes da Ordem Esotérica do Lorde vazio capturam um ex-padre Saradominista, Gideão Bede, e o levam para interrogatório. Com ele, encontram um livro peculiar, chamado "Doghma Infernium". Alguns dos magos ocultistas de Dalinor começam a estudá-lo, e após algum tempo, descobrem suas verdadeiras propriedades: Portais e invocações infernais. Dalinor então recebe e envia o livro, de forma discreta, para Azth'Rakar.
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