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 Notícias da Saga

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Matheus
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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Dom Nov 13, 2016 1:40 pm

Ao ser noticiado sobre as exigências de Misthalin, Anlaf ficaria profundamente irritado e faria uma forte declaração pública, por escrito:

Que obrigação a Grande Asgarnia e suas instituições têm com o Reino de Misthalin, eu me pergunto? A Corte depravada de Roald III Remanis foi omissa às subversões de seus cortesões, foi negligente com seu povo, que, insatisfeito, busca agora suportes em loucos com delírios de grandeza, e, sobretudo, foi infiel à sua fé e cometeu o irreparável crime de usurpar posses consagradas ao serviço do próprio Saradomin, que dizem ser seu deus, mas parecem venerar sombras de Zamorak com seus serviços insanos. Seu embaixador, que me visitou em visita oficial, mostrou-se na verdade um agente de Feind, seja ele farsante ou não, e atentou contra a minha vida e a de meus leais conselheiros, me convencendo por completo que a incompetência e a sandice penetraram profundamente na governança de Misthalin. Agora, então, exigem à Santa Igreja e a mim que lhes prestemos um grande serviço para que restituam o que foi roubado, como um ladrão de estrada que põe a faca ao pescoço da filha amada de um viajante e ordena que lhe entregue seus pertences para que não a mate, mesmo que a vida dela jamais tenha sido sua! Cegos pecadores, não provoquem a ira de Saradomin ou a desgraça cairá sobre vós! Feind, que atentou contra meus vassalos e minha vida, pertence à Justiça de Asgarnia, que delibero, e não a vós, outrossim tudo o que surrupiaram da Santa Igreja. Asgarnia caçará Feind e lhe aplicará a justiça por si mesma, e quanto a vós, deixo claro que deveis restituir já à Igreja suas posses, ou do contrário todo o comércio de Asgarnia a Misthalin será proibido.

O Sumo-Sacerdote de Entrana, Friedrich von Hansen, aprovaria as palavras duras de Anlaf, e declararia que Misthalin precisava redimir-se de seus pecados para que o mal fosse extirpado de seu seio, além de chamar o rei asgarniano de Escudo da Fé.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Dom Nov 13, 2016 6:00 pm

Lorde Daquarius, ao ser informado sobre a declaração de Anlaf, pediria-lhe uma reunião privada. Respeitosamente, ele enumeraria vários pontos de risco ao rei, pedindo que ele enviasse uma mensagem mais cautelosa à Coroa de Misthalin e fizesse um comunicado aos seus vassalos zamorakianos em retratação. Anlaf, ainda ultrajado, fecharia os ouvidos a quase todas as palavras de Rennard naquele momento, mas emitiria uma declaração mais amena e conciliatória dirigida àqueles que seguiam a doutrina zamorakiana, sobretudo os Kinshra e a aristocracia zamorakiana intelectualizada ligada à ordem. Mesmo assim, o Comandante Kinshra enviaria uma mensagem oficial como se fosse o rei à Coroa de Misthalin, com o conteúdo que solicitara que o próprio Anlaf escrevesse, e garantiria que haveria uma colaboração dos Cavaleiros do Templo e do Serviço Secreto Kinshra com a Polícia Secreta de Varrock, o que de fato estava previsto.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Seg Nov 14, 2016 8:51 am

Após a ultrajante visita do rei Erik, Anlaf seria surpreendido pela aparição de Feind, pessoalmente, em sua sala do trono, disfarçado de cortesão. Inicialmente, o rei não saberia sua identidade e dispensaria nobres do salão para que ele falasse em privado as informações sobre Feind e sua organização que afirmara ter. Ao longo do diálogo, Feind se revelaria e tentaria convencer o rei a ajudá-lo contra a Coroa de Misthalin, mas seus esforços seriam infrutíferos, e depois de uma longa luta ele seria derrotado, imobilizado e preso, passando 3 dias nas masmorras de Faladore. No dia seguinte à aparição de Feind, Anlaf faria uma reunião com seu conselho (Ceril Carnillean: Mestre dos Navios; Daquarius Rennard: Lorde Kinshra e Mestre da Guerra; Amik Varze: Grão-Mestre dos Cavaleiros Brancos e Mestre da Guerra; Denulth Saint-Savin: Comandante da Guarda Imperial, Mestre da Guerra e da Justiça; Pierre Champbelle: Senescal Real; Maurice Foulet: Mestre da Moeda e Herbert Thierry: Conselheiro por Entrana), cujo resultado seria o envio de Feind, como prisioneiro, a Misthalin, acompanhado de um tribunal asgarniano composto por Ceril Carnillean, Sir Vyvin, Lorde Daquarius, um escrivão e os bispos Herbert Thierry e Laurence Foulet, com ordens para julgar, sentenciar e executar Feind por si mesmos, mas perante a Corte de Misthalin. A escolta seria divida em três formações: à frente, 200 cavaleiros da Casa Carnillean, à vanguarda, 200 cavaleiros da Casa Hothensen, e ao centro, divididos em números iguais, ao total 66 Guardas Imperiais, Cavaleiros Brancos e Kinshra, por haver em Asgarnia certa simbologia relativa ao número 22.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Ter Nov 15, 2016 2:14 pm

A missão diplomática de Asgarnia e Entrana seria enviada a Misthalin, semanas após o retorno do tribunal asgarniano responsável pela condenação de Feind. Eles discutiriam a restituição de posse da Igreja longa e solenemente, e os bispos Herbert Thierry e Laurence Foulet, além do arcebispo de Varrock, Edward Mellingham, lançariam mão de toda sua lábia e poder de bajulação. No fim, tudo o que havia sido confiscado seria devolvido e, reconciliada com a Santa Igreja, a Coroa de Misthalin receberia o perdão pelas mãos do arcebispo de Varrock, Edward Mellingham, depois de um banho de água benta.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Qui Nov 17, 2016 5:23 pm

O Sumo-Sacerdote de Entrana, Friedrich von Hansen, emitiria uma bula na qual encarregaria todas as paróquias de recrutar pelo menos 2 homens de sua congregação, dispostos a pôr as mãos em armas, para que um servisse à Ordem de Santa Elspeth, e outro à Ordem dos Gládios da Fé, ambos braços armados da Santa Igreja em 1 ano, à semelhança do que havia sido feito nos territórios de Kandarin. Todos estes seriam enviados às dioceses responsáveis pela paróquia recrutadora, onde receberiam treinamento militar por servidores do alto-sacerdócio e seriam equipados para defender os fiéis, os santuários e os bens da Igreja. Um em cada dez receberia treinamento básico em habilidades de cura e herbologia, e um em cada cinquenta receberia treinamentos em magia de cura, para que os batalhões já contassem com paramédicos e curandeiros próprios. Padres, bispos, missionários e sacerdotes em Misthalin, Asgarnia, Ikovia e noutros locais com comunidades saradoministas iniciariam seus trabalhos.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Dom Nov 20, 2016 2:05 pm

Flashback

Como planejado, Anlaf faria a convocação de tropas nas províncias de Taverley e Burthorpe, além de solicitar dois mil homens dos Kinshra e dos Cavaleiros Brancos. A tropa se estabeleceria em Burthorpe, e atravessaria as montanhas pelos túneis secretos descobertos pela Guarda Imperial para assumir posições vantajosas em relação aos trolls no Planalto da Morte. Chefiados pelo Comandante Denulth, eles se preparariam para a batalha.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Seg Nov 21, 2016 2:09 pm

Após sete dias de jejum e oração num claustro no Templo de Entrana, o Sumo-Sacerdote, Friedrich von Hansen, acreditando que recebera uma iluminação divina, começaria a ler relatórios de antigos colonos, viajantes, aventureiros e comerciantes sobre as populações de Karamja, estimando que a pequena comunidade saradominista na ilha, remanescente do período colonial, seria algo em torno de:

Brimhaven: 10%
Ponto da Musa: 5%
Tai Bwo Wannai: 0%
Dumikani (Florestas Centrais): 10%
(Antiga) Mantois: 10%
(Antiga) Essonne: 5%
(Antiga) Château-du-River: 5%
(Antiga) Schwerin: 5%
(Antiga) Brücken: 15%
(Antiga) Mecklen: 5%

Usando os contatos dos Cavaleiros do Templo, Entrana começaria a enviar missionários entre comerciantes independentes e ikovianos aos enclaves fiéis no reino pagão de Ekhaya. Evitando a capital, Shilo, e Tai Bwo Wannai, eles agiriam entre essas minorias e começariam a pregar a palavra, tentando, porém, não provocar as autoridades tribais.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Seg Nov 21, 2016 2:26 pm

Os competentes missionários e pregadores teriam relativo sucesso nas várias províncias visitadas:

Brimhaven: +10% (reação a ser decidida pelos governantes de Ikovia)
Ponto da Musa: +7,5%
Dumikani (Florestas Centrais): +10%
(Antiga) Mantois: +10%
(Antiga) Essonne: +10%
(Antiga) Château-du-River: +10%
(Antiga) Schwerin: +10%
(Antiga) Brücken: +10%
(Antiga) Mecklen: +5%

Porém, sua chegada suscitaria reações não muito boas de alguns governantes tribais. Em Dumikani e na antiga Schwerin, os natais emitiriam éditos, proibindo a pregação e a congregação em seus territórios. Nas antigas colônias de Essonne e Château-du-River, além da proibição, os pregadores seriam considerado criminosos e caçados, sendo alguns capturados e presos, e nas antigas Mecklen e Mantois a situação seria pior: qualquer um que fosse visto professando a fé saradominista ou a pregando seria executado. O medo e o preconceito fariam com que muitos dos recém-convertidos, de efêmera fé, debandassem. Somente em Brücken, cujo atual natai teria sido educado em Bruxedos e Ardonha, os pregadores e fiéis seriam tolerados e deixados em paz, apesar da discriminação.

Dumikani (Florestas Centrais): -2%
(Antiga) Mantois: -5%
(Antiga) Essonne: -3,5%
(Antiga) Château-du-River: -3,5%
(Antiga) Schwerin: -2%
(Antiga) Brücken: -0%
(Antiga) Mecklen: -2,5%

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Última edição por Sorondil em Ter Jan 10, 2017 10:26 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Seg Nov 21, 2016 4:58 pm

Com seus homens bem instalados nos túneis secretos do Planalto da Morte, o Comandante Denulth enviaria grupos de homens experientes para emboscar os trolls nas passagens das montanhas e fazer escaramuças ao redor do platô central, com o objetivo de interromper o fornecimento de comida ao exército ali estacionado. Como bem sabia o militar burthorpês, quando isso ocorresse, as bestas selvagens devorariam uns aos outros.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Seg Nov 28, 2016 3:12 pm

Chegado o momento, o exército de Asgarnia, comandado por Denulth, daria início à ofensiva no Planalto da Morte. O ataque surpresa daria uma vantagem inicial aos humanos, mas os trolls, dominantes naquele terreno, conseguiriam revertê-la por algum tempo, causando a morte de muitos bravos homens. Ao fim, contudo, o posicionamento das tropas de Asgarnia daria resultado, e a força de 12.450 trolls seria eliminada em La Colline de la Victoire.

Assegurada a posse daquele território, o rei Anlaf enviaria suprimentos e construtores, que erigiriam uma robusta fortaleza (nível 3) baseada na colina, cuja posição daria domínio sobre todo o planalto por onde se estendia o acampamento troll, fortificando a presença de Asgarnia na região e dando segurança à passagem que havia ao sul da escarpa do planalto, cujos passantes antes eram alvejados por pedregulhos lançados por atiradores trolls. A conquista, contudo, atrairia a atenção de chefes de outras tribos trolls na região, que começariam a reunir forças.

Perdas (Asgarnia)

1 batalhão de Kinshra (50, elite)
6 batalhões de Cavaleiros Brancos (300, elite)
8 batalhões de Arqueiros Burthorpenses (400, veteranos)
33 batalhões de Soldados Burthorpenses (1650, treinados)
14 batalhões de Cavaleiros Brancos (700, treinados)
24 batalhões de Guardas Imperiais (1200, treinados)
10 canhões

4.300 homens de 12.300
10 canhões de 10 canhões

Perdas (Trolls)

72 batalhões de Guerreiros (3600, mal-treinados)
30 batalhões de Atiradores (1500, mal-treinados)
72 batalhões de Guerreiros (3600, treinados)
30 batalhões de Guerreiros (1500, treinados)
26 batalhões de Guerreiros (1300, veteranos)
6 batalhões de Xamãs (300, veteranos)
13 batalhões de Guerreiros (650, elite)
Cimo do Monte (General Troll)

12.451 de 12.451

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Sab Dez 03, 2016 2:05 pm

Após meses de batalhas campais no sul de Kandarin, a Horda Dourada finalmente se aproximaria de Ardonha. A horda levantaria cerco em Bremen e se prepararia para a batalha, construindo armamentos de cerco para diversas raças dos Bandosianos naquela Horda.

A Horda de Zemouregal sairia de fendas e portais para o Plano das Sombras nos portos de Bruxedos, ocupando a praia e se preparando para tomar os portos também.

Nesse meio-tempo, Ikovia enviaria os mercenários Anões que teria contratado para Ardonha, deixando que o posicionamento dos mesmos seja decidido pelas forças de Kandarin.

Os poucos reforços dos elfos chegariam a Ardonha, liderados por Daelirn.

Exércitos Fremenniks marchariam em direção a Ardonha, a maioria dos homens e mulheres vestindo roupas cerimônias. A Coroa de Kandarin já teria recebido a carta de Johann dizendo que fazia parte das cerimônias Fremenniks que cada guerreiro do Jarl jurasse lealdade também e, fora isso, o restante dos números foi forçado pelos outros Jarls, já que eles não confiavam nas intenções de Kandarin.

Os Exércitos Ikovianos marchariam para a suas fronteiras com Kandarin, porém nada fariam, como se estivessem esperando por algo. As tropas que teriam lutado em Brimhavem agora navegariam em direção a costa Bonn, na cidade de Arkengard. As tropas Ikovianas do Pico da Águia pareciam estarem fortificadas na província-cidadela, porém estaria observando a movimentação dos Fremenniks descendo por ser território.

O que teria sobrado dos reforços de Arposandra se estacionariam de forma oculta no extremo norte de Gor'tok, esperando o sinal para atacarem diretamente Ardonha.

O Cerco de Ardonha teria se fechado.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Sab Dez 03, 2016 4:24 pm

Implacável como sempre, o tempo ceifaria a vida de inúmeros homens e mulheres ilustres. Lista-se:

Anlaf Hothensen, Rei de Asgarnia, em idade de 57 anos;
Sir Amik Varze, Grão-Mestre dos Cavaleiros Brancos, em idade de 60 anos;
Roald III Remanis, Rei de Misthalin, em idade de 59 anos;
Aeonisig Raispher, Conselheiro Religioso de Misthalin, em idade de 67 anos;
Horacio Tasaron, Grão-Duque de Lumbridge, em idade de 56 anos;
Ceril Carnillean, Mestre dos Navios de Asgarnia, em idade de 54 anos;
Sir Vyvin, Mestre-Armeiro dos Cavaleiros Brancos, em idade de 63 anos;
Sanfew Alastarix, Chefe do Conselho de Anciões de Taverley, em idade de 70 anos;
Kaqemeex, Ancião do Conselho de Taverley, em idade de 64 anos;
Thormac, Professor e Fundador do Instituto da Torre dos Feiticeiros (Ikovia), em idade de 68 anos;
Sedridor Tharn, Arquimago da Torre dos Magos, em idade de 71 anos;
Karl von Erzingen, Arquimago da Guilda dos Magos no exílio, em idade de 65 anos;
Aereck, antigo Padre de Lumbridge, feito Arcebispo por Friedrich von Hansen, em idade de 69 anos;
Langley Alanois, Abade do Monastério de Fronteiriça, em idade de 67 anos;
Benita, Abadessa da Abadia de Santa Elspeth Citarista, em idade de 65 anos;
Brundt, Jarl de Rellekka, em idade de 56 anos;
Vargas, Rei de Miscelânea, em idade de 62 anos;
Mawnis Burowgar, Jarl de Nénão, em idade de 55 anos;
Peer, o Vidente de Rellekka, em idade de 70 anos;
Phantuwti Fanstuwi Farsight, Líder do Conselho de Videntes de Seher, em idade de 60 anos;
Gamius Leeds, Arquimago de Ourânia (IMZ), em idade de 68 anos;
Radimus Erkle, Mestre da Guilda das Lendas, em idade de 65 anos;

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Sab Dez 03, 2016 5:56 pm

Um novo quadro de personagens se formaria na política de vários lugares:


  • Henri Hothensen seria coroado Rei de Asgarnia, sendo primogênito de Anlaf e sua esposa, Marguerite Beaumont. O novo rei seguiria em grande parte as políticas de seu pai, mas mostraria-se indisposto e contrário à crescente influência de Gaston em Asgarnia, cogitando inclusive revogar as leis que impediam mulheres de governar para reduzir a esfera de influência de seu cunhado a Lyon;
  • Sir Vant Champbelle seria empossado Grão-Mestre dos Cavaleiros Brancos, e promoveria políticas autônomas com o objetivo de findar a expansão do poder Kinshra em Asgarnia. Entrana, os Cavaleiros do Vácuo, a Torre dos Magos e os anões seriam sondados como possíveis aliados;
  • Com a morte de seu marido, Ellamaria tentaria dar um golpe de estado, alegando estar grávida e que deveria reger Misthalin em nome de seu filho. Sob ordens de Dalinor, a Ordem Esotérica assassinaria-a e a veracidade de suas palavras jamais seria confirmada ou refutada. Albert Lothwick, um garoto de 15 anos, primo em 1º grau do Rei Roald por via materna, seria coroado Rei de Misthalin. Dalinor regeria em seu nome até que completasse dezessete anos. Entre as heranças de Albert estaria o anel usado por Dalinor para exercer influência mágica sobre o velho rei, e o garoto o usaria sempre, desde o dia de sua coroação, tendo o Conde Arvos se certificado disso ao coroá-lo;
  • William Dansworth, Bispo de Fronteiriça, seria escolhido por Friedrich von Hansen para substituir Aeonisig Raispher como Conselheiro Religioso de Misthalin. Afável, porém astuto, ele faria uma oposição moderada à regência de Dalinor Arvos e seus pares no conselho;
  • Richard Tasaron, filho de Horacio, sucederia seu pai como Grão-Duque de Lumbridge. Nada brando, ele usaria sua mente brilhante para recuperar Lumbridge tão bem quanto possível do que ocorrera no duelo entre os deuses, Saradomin e Zamorak, e afirmaria sua posição de nobre mais importante do reino cada vez mais, deixando claro que era o primeiro na linha de sucessão ao trono do jovem Albert e tentando expandir a influência de Lumbridge no reino;
  • A morte de Ceril comoveria a Casa Carnillean, e Louis se veria obrigado a vir com Philipe a Asgarnia pessoalmente. Eles participariam dos funerais de Anlaf, Ceril e Sir Amik, além de vir à coroação de Henri. Com a cadeira de Mestre dos Navios vacante no Conselho, Louis tentaria convencer o rei a nomear seu filho, Gaston, para ocupá-la, e conseguiria, mas a muito custo, comprometendo-se, por exemplo, a ceder parte do território reivindicado pela Casa Carnillean em Karamja em troca disso. Antes de retornar, Louis e Philipe visitariam Sarim com Gaston, para que Philipe conhecesse sua madrasta e seu meio-irmão, Louis Claude, enquanto Louis supervisionaria o andamento da construção da frota de Kandarin. O Regente de Kandarin tentaria ainda convencer a Duquesa Margareth a nomear Gaston como regente de Sarim, pois pela lei sálica ela não poderia ocupar essa posição, sendo Gaston o parente mais próximo de seu filho com Ceril em Asgarnia, até que a guerra em Kandarin acabasse e Philipe pudesse fazer isso. Margareth permitiria-se esboçar um acordo com Louis, mas acabaria recusando. Mais tarde seria sabido que a duquesa conseguira aval do rei para governar Sarim ela mesma. Louis e Philipe retornariam a Kandarin como teriam vindo a Asgarnia, usando tabuletas de teleporte. Margareth seria também assediada por muitos vassalos;
  • Com a morte de Sir Vyvin, o comando dos Cavaleiros Brancos na fortaleza de la Colline de la Victoire, no fronte da guerra contra os trolls, seria passado a Sir Rebrum por Sir Vant, já que ele era o membro mais experiente na expedição. Visto como incompetente, seus correligionários não o respeitariam como general e se voltariam ao comando supremo, do Comandante Denulth;
  • Pikkupstix seria escolhido para liderar o Conselho dos Anciões de Taverley com a morte de Sanfew, o antigo líder, e de Kaqemeex, que enquanto vivo era o favorito para o cargo;
  • (Inserir aqui as ações dos magos de Ikovia e da Arquimaga Leonna)
  • A morte do Arquimago Sedridor Tharn, sem haver um sucessor nomeado, obrigaria seus antigos alunos a realizarem uma nova eleição. Se apresentariam como candidatos 1) Dalinor Arvos, que se afastaria do Conselho Real e do Condado de Draynor, designando delegados para exercer suas funções enquanto concorria e caso se tornasse o novo arquimago, 2) Finix, o mago responsável pelo acesso da Torre ao Runiverso, primeiro mago a descobrir que é possível criar runas através deste e defensor da controversa tese de que os altares rúnicos seriam finitos, 3) Larriar, a mais graduada maga em matéria de Criação de Runas e líder da Guilda de Criação de Runas, 4) Isidor, irmão do antigo arquimago e um dos mais proeminentes professores da torre. Isidor seria eleito como novo Arquimago, e sua política seria voltada a um alinhamento com a Igreja e com nobres que pudessem aumentar a receita da Torre, contudo sua nomeação de Larriar como vice-arquimaga e sucessora traria surpresa: apesar de genial, ela seria considerada jovem e liberal. Isidor justificaria sua decisão por ter sido Larriar a competir com ele no segundo turno das eleições, e, portanto, a segunda candidata mais votada;
  • Como a Guilda dos Magos já não existia, e suas funções, arquivos e alunos haviam sido transferidos para Kreisen e Ardonha, Heinrich Kollwegen, arquimago em Kreisen, assumiria também a posição do falecido Karl von Erzingen, seu antigo professor;
  • Humphrey Midford, Bispo de Torswick, seria escolhido por Friedrich von Hansen para ser o novo Arcebispo de Lumbridge. O novo bispo de Torswick seria John Lumsbury, antes cônego em Varrock;
  • O Irmão Jered, um homem pio e de grande devoção, seria escolhido pelo Sumo-Sacerdote para suceder o falecido Abade Langley. Ele reformularia a cobrança de impostos às terras sob suserania do Monastério e recrutaria homens para criar uma força militar profissional a fim de defendê-las efetivamente e evitar tragédias como a que ocorrera com o ataque Kinshra décadas atrás;
  • A Irmã Cecilia seria a escolhida para suceder a Abadessa Benita na liderança da Abadia de Santa Elspeth Citarista. O fluxo de peregrinos para a abadia teria crescido, e o início de sua gestão seria marcado pela transformação desta no núcleo de um pequeno e crescente centro de comércio;
  • Viggo Brundtsson sucederia seu pai no comando de Rellekka. Jovem e sonhador, entre seus planos estaria a unificação de todas as regiões fremenniks sob o poder de um único rei;
  • A Rainha Sigrid, de Etceteria, assumiria o poder de seu esposo falecido, apoiada pelo Conselheiro Ghrim, mas o fato de não ter filhos de Vargas, e não poder tê-los mais, por conta da idade, inquietaria nobres de Etceteria e Miscelânea. Alguns planejavam obrigá-la a convocar uma Assembleia de Homens Livres, e outros usariam tudo a seu dispor para conquistar o trono, o que incluiria casar-se com a rainha ou a guerra;
  • Søren Mawnisson seria empossado jarl de Nénão, sucedendo seu pai, Mawnis. Gjuki Sorvott IV o subestimaria por ser jovem e, talvez, inexperiente, e daria início a planos para invadir e conquistar Nénão;
  • Lars Bjornsson, aprendiz de Peer, seria o novo vidente de Rellekka e assumiria o lugar de seu antecessor no Conselho;
  • Sigmund Bernsen seria o escolhido para chefiar o Conselho dos Videntes de Seher no lugar de Phantuwti F. Farsight;
  • Gimon Aldring seria empossado como novo Arquimago de Ourânia (IMZ), deixando a antiga política de neutralidade de Gamius e alinhando-se muito mais a Lorde Hazeel;
  • Siegfried Erkle se tornaria o novo Mestre da Guilda das Lendas, sucedendo seu irmão, Radimus


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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Qua Dez 07, 2016 9:11 pm

Com as últimas batalhas travadas em seu território, Pedra Preta junto de seu Grande Xamã, tomaria ações imprevistas pela maioria, por ser além da inteligência da maior parte dos comandantes trolls até então.

Pedra Preta ordenaria que os Trolls deixassem de lutar em campo aberto contra as forças invasoras vindas de Asgarnia, o objetivo seria emboscar em pequenos números e de forma separada qualquer força invasora vinda do sul, debilitando-os aos poucos. Se começaria também envios de saqueadores Trolls em pequenos números e através de cavernas e passagens que apenas os mesmos conheceriam para debilitar continuamente todos os recursos que viriam para o Planalto da Morte, também seria ordenado que fosse mortos qualquer um invasor, sem exceções. Seriam postos batedores Trolls em pontos estratégicos para observarem os Asgarnianos ao sul, enquanto outros grupos de Trolls seriam enviados para derrubar rochas e selar todas as passagens que existiriam para o norte do território Troll, menos uma passagem, aonde se poria pesada vigilância e se prepararia armadilhas na região.

Em relação aos invasores Chernigovianos, Pedra Preta tomaria mais ações. Além das mesmas ações de emboscadas e sabotagem usadas nos Asgarnianos, Pedra Preta aproveitaria que os Chernigovianos estariam mais no interior das montanhas trolls e conseguiria convencer o restante das tribos trolls e também os trolls de gelo a se unirem a sua causa. Agora como o Supremo Comandante Troll, ele usaria a extrema vantagem de conhecimento de terreno dos trolls para emboscar todas as caravanas de suprimentos ou tropas que iriam para as fortalezas Chernigovianas em território troll, as que não fossem possível saquear e pegar os suprimentos para os trolls, seriam destruídas com rochas derrubadas de montanhas ou armadilhas de fossas. Enquanto a atenção Chernigoviana seria chamada para seus suprimentos, os Trolls começariam a cavar tuneis para de baixo das fortalezas Chernigovianas, completamente fora do alcance do conhecimento dos Chernigovianos, graças ao conhecimento incomparável dos Trolls ao terreno.

Pedra Preta ordenaria que as tribos parassem de fazer ataques individuais a qualquer um dos inimigos além dos programados pelo Pedra Preta, mostrando que isso estaria enfraquecendo a força dos mesmos ao invés de enfraquecer os inimigos. O Grande Xamã se aproveitaria da grande união que Pedra Preta teria conseguido através de suas proezas em batalhas e "carisma" e começaria a ensinar os trolls os antigos conhecimentos de guerra de eras passadas, que o Xamã "misteriosamente" teria consigo.

Ele ensinaria os Trolls a construírem armaduras mais robustas, armas mais letais e armas de cerco únicas para Bandosianos, como gigantescas catapultas capazes de arremessar cabanas inteiras ou balistas capazes de disparar setas do tamanho de salgueiros. Seriam ensinados antigas táticas de batalha aos Grandes Guerreiros trolls que liderariam pequenos grupos dos mesmos em batalhas.

Uma nova era começaria aos trolls, uma era de sangue, glória e guerra, apesar de todos acharem que Pedra Preta e seu Xamã teriam começado, a realidade seria que Asgarnia e Chernigov teriam começado.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Sex Dez 09, 2016 3:35 pm

Com a Horda Negra se armando, Pedra Preta viajaria pelas tribos Trolls acompanhado de uma grande comitiva de Trolls, ele chamaria aquela viagem de "Caminhada dos Guerreiros".

Ele iria em cada grande tribo e desafiaria o maior dos guerreiros Trolls, vencendo-os porém não matando-os, fugindo de parte da tradição Bandosiana. Em cada tribo, ele repetiria, parcialmente, o mesmo discurso:

Trolls serem fortes, Trolls serem grandes, Trolls serem grandes guerreiros.
Tradição de Grande Deus da Guerra ter sido mudada com o tempo, mas Pedra Preta falar com grandes Xamãs do Grande Deus da Guerra de todas tribos, e Pedra Preta aprender.
Bandosianos serem guerreiros vencedores não por serem grandes guerreiros, serem guerreiros vencedores por serem bons em vencer. Luta de honra e glória ser para Bandosianos provarem força, mas vencer guerra precisa de vitórias e não luta de honra e glória. Trolls precisam de guerreiros, trabalhadores e xamãs fortes, para vencer grandes guerras com humanos. Humanos serem fracos, Pedra Preta saber, mas Grande Deus da Guerra apenas vencer guerras por ser esperto e lutar lutas boas, lutas que tribos ganhem algo em troca. Pedra Preta ser Supremo General Troll agora, Pedra Preta cansado de tribos lutando lutas ruins entre tribos, Pedra Preta guiar trolls contra lutas boas contra inimigos, tribos ser uma só, ser Trolls Bandosianos, ser Trolls da Horda Negra.


Os discursos de Pedra Preta criariam grande força entre a maior parte dos Trolls e as suas tribos, construindo um senso de união troll porém não fugindo de suas tendências de provar valor e força individuais. Pedra Preta guiaria os trolls a provarem sua força em batalha contra inimigos de verdade e não matando seus compatriotas, junto dos Xamãs de todas as tribos (manipulados pelo Grande Xamã), eles conseguiriam impor leis de Guerra a todos os Trolls: Enquanto Trolls estiverem em campanhas, líderes trolls obedecerem Grande Xamã e Supremo General Troll, a guerra é mais importante que disputas; Duelos por liderança devem ser aguardadas até o final da guerra ou o final da campanha atual; líderes Trolls consultarem Xamãs antes de qualquer ato militar, pois os mesmos poderiam contatar o Grande Xamã e este o Supremo General Troll; duelos para provar força, capacidade ou resolver assuntos pendentes podem ser feitos, desde que os envolvidos de preferência não morram. As punições para se quebrarem as leis seria a morte dos envolvidos.

A aproximação do Grande Xamã com os Xamãs de todas as tribos trolls garantiria ao Pedra Preta uma grande influência na liderança de cada uma delas, utilizando disso, o mesmo começaria a espalhar ainda mais as histórias dos feitos de Pedra Preta como também a necessidade das tribos em sua liderança para os tempos que estão por vir. Em geral, Pedra Preta ganhando ainda mais reputação entre os trolls em uma forma geral.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Sab Dez 17, 2016 10:57 am

Com Zemouregal se aliando à Horda para atacar Kandarin, o Instituto de Magia Zamorakiano oficialmente se junta a guerra. O Arquimago do IMZ cria um projeto de uma arma de cerco mágica, feita a partir de pedras rúnicas sintonizadas com o altar da Ourânia. Seu poder se baseava na sintonia ativa do altar (que tipo de runa ele cria, já que é aleatório) podendo lançar várias cargas mágicas. A Legião Chtoniana do IMZ também é enviada para o norte (eles não tinham escolha, de qualquer forma).

(FLASHBACK)

Em Bonn, uma das Sombras que possuía os cientistas da Torre da Vida deixa seu corpo (matando-o no processo) e toma o corpo do novo Duque, filho mais velho de Bernhard, Galen Von Adolphus.

Os Gnomos Negros de Arposandra terminam de construir alguns truques para guerra, como gnomocópteros, aríetes, bombas de enxofre de Isafdar, e uma perfuratriz enorme, capaz de derrubar estruturas de pedra em pouco tempo. A perfuratriz começa a ser movida pelas montanhas com a guarda de máquinas de ilusão. Os gnomocópteros são escondidos em algumas planícies de Arandar, carregando bombas de enxofre.

Em Gor'tok, mais armas de cerco são produzidas. O Enclave Xamânico de Oo'glog entrega a Rocha de Dalgroth para Hazeel. Hazeel, com assistência de Aesur e o Anel Legionário, consegue criar um prisma de sombras, capaz de catalizar o poder da Dimensão das Sombras e lançar em cargas massivas contra inimigos.

O enclave Xamã utiliza o poder mágico bandosiano para alterar o sistema de proteção de Yanille, tornando-o uma arma contra invasores. Yanille se torna uma grande fortaleza murada do enclave, sendo agora chamada de Kurogrimmar, em homenagem ao chefe-guerreiro da Horda.
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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Qui Jan 05, 2017 12:54 pm

Com os perigos da guerra em Kandarin, o rei de Namos, Tar-Orondil, presentearia Entrana com duas centenas de instrutores de evocação icyênica e 3 mil orbes mágicas. Friedrich von Hansen financiaria o treinamento de 3 mil homens do exército entraniano (veteranos), já recrutados, como evocadores de espíritos de luz que seriam usados na defesa da ilha e do Sumo-Sacerdote em situações de perigo.

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MensagemAssunto: DESFECHO DA GUERRA EM KANDARIN   Qui Jan 05, 2017 3:49 pm

O CERCO SE FECHA – 1ª PARTE

Os uivos dos ventos de outono no topo de colina de Calais pareciam anunciar o que estava por vir. Kurog, o temível Demônio Verde de Gor’tok, montado num gigantesco lobo negro vinha à frente de sua Horda. Um sorriso se abriria em seu rosto ao ver os gritos e as faces pálidas dos homens que vigiavam as ameias do castelo de Philipe Carnillean. Ao som de seu berrante, seus guerreiros marchariam através do campo enquanto trolls monstruosos lançavam pedregulhos contra os muros cinzentos da fortaleza, e, para o horror dos defensores, gnomocópteros mergulhavam nos céus jogando bolsas de enxofre gasoso nos pátios e casebres do burgo, concomitantes com os demônios abissais que vinham do sul com magos de Ourânia. Homens, sangrando pelas narinas e boca, desabariam pelas ruas ou cairiam do alto das ameias, mortos.

Quando, porém, os arposandrinos usariam sua broca para penetrar nas muralhas inimigas, o vendaval mudaria de rumo. Surgindo nos céus, os aviadores do Rei Narnode dariam combate aos gnomos negros, aliviando o bombardeio a Calais. Antes atônitos, os homens de Philipe reagiriam, fazendo chover flechas e morte sobre os inimigos, ao lado da Cavalaria de Entrana, que lhes assaltaria os flancos. Contudo, Kurog perceberia as intenções de Philipe, e encarregaria seus atiradores trolls e os demônios abissais de Ourânia de lançarem o restante das bolsas de enxofre: o povo de Calais seria deixado para morrer, e seu duque obrigado a recuar humilhado com os soldados sobreviventes. Sua Horda teria então o caminho livre para prosseguir até o alvo seguinte, causando enorme terror e destruição por onde passasse.

No leste, Aesur, Hazeel, Khazard e Astha’roth avançavam penetrando nas florestas de Bonn com milhares de avérnicos, sombras, zumbis e homens khazardianos. Pegando de surpresa os Elfos, Sacro-Vigilantes e kandarinianos chefiados por Daelirn Cadarn no castro de Hauptstädtemark, suas armas fariam os céus e a terra tremerem, implantando o terror no coração da ínfima defesa, em grande parte chacinada naquela batalha. A destruição também acometeria a Torre da Vida na província de Bonn: Hazeel a saquearia, tomando equipamentos e livros para si, e a incendiaria. Muitas pessoas seriam devoradas pelos legionários, e crianças e idosos seriam assassinados e decapitados por sombras. As defesas de Hagen seriam igualmente fulminadas por esta união de forças, e seu duque fugiria rio acima com homens decrépitos e assustados.

Controlando a ponte em Hagen, os aliados de Kurog somariam suas forças às da Horda para conquistar Bremen. O verdadeiro caos se instalaria nessa região: homens, bandosianos, cães, lobos e demônios, dados à loucura, caçariam e devorariam uns aos outros nos campos, florestas e aldeias. Deixando o duque numa posição indefensável, os atacantes o obrigariam a fugir, e destruiriam suas fortalezas, com sacrifícios para ambos os lados, no entanto. Já ao norte, em Piscatoris, uma nova peça se movia no tabuleiro: depois da reunião de chefes fremenniks, os jarls decidiriam lutar ao lado da Horda, e, contrariado, Balder seria obrigado a manter-se leal ao seu povo pelos votos que fizera a Vasador. Os bárbaros marchavam para trair Kandarin, liderados por Soren Mawnisson, Jarl de Nénão.

O cerco se fechava em torno de Ardonha, endossado por mais um aliado astutamente angariado para a facção de Kurog: Zemouregal. O alvo deste mahjarrat seria a cidade portuária de Bruxedos, parcamente defendida. Seria uma vitória fácil, e um saque generoso. Seus zumbis marchariam para oeste depois de ali satisfeitas suas intenções.

ARDONHA MUTILADA – 2ª PARTE

Fogo, desgraça, choro, sangue. A cada dia mais e mais feridos e enlouquecidos batiam nos portões de Ardonha, aos gritos de desespero. Nuvens negras seriam avistadas por toda parte nos céus: castelos, aldeias, campos e florestas outrora belos haviam sido transformados em cinzas. E nem na morte havia paz, pois Zemouregal e Aesur usariam necromancia e umbromancia para violar aqueles que já tinham sacrificado suas vidas pela pátria: irmãos se veriam diante dos cadáveres de seus irmãos como zumbis, sendo obrigados a mata-los. Mulheres: camponesas, virgens, freiras, nobres, todas violadas, mutiladas ou grávidas de bastardos para o infortúnio de suas vidas.

Os crimes do inimigo, no entanto, só escancarariam verdades sobre si diante de seus inimigos. Com discursos inflamados, porém sinceros, Louis deixaria claro a todos aqueles que se reuniam em Ardonha: gnomos, anões, elfos, centauros, homens de Kandarin, homens de Ikovia, homens de toda parte recrutados por Entrana. A luta que travariam não decidiria uma mera disputa territorial, não decidiria o futuro de um reino, mas sim o futuro que todos os povos teriam: desgraça e morte nas mãos de um demônio, ou vida e paz em suas próprias mãos. Casemir os incentivaria de modo semelhante, porém usaria outras palavras, cujos ecos seriam mais fortes nas linhas ikovianas. Armas seriam postas em seus lugares enquanto a Aliança preparava-se para decidir seu destino.

Não bastassem os crimes que já pesavam sobre si, Kurog alcançaria Ardonha da maneira mais ignóbil possível. Prisioneiros trazidos até ali seriam degolados diante dos olhos do regente e seus aliados, outros trespassados por lanças e exibidos como javalis num espeto, outros decapitados, e mulheres violadas até a morte à vista de seus familiares. A exibição macabra seria finalizada com uma chuva de cadáveres caindo de fendas sombrias abertas nos céus sobre praças e mercados.

Um furor descomunal seria aceso no coração de cada um dos defensores de Ardonha naquele dia, e eles dariam o melhor de si e mais ainda com o início das escaramuças. Projéteis voariam de ambos os lados, mas o poder de fogo superior de Ikovia e de Kandarin se provaria uma vantagem essencial. Muitos armamentos trazidos pelos inimigos seriam destruídos, e muitos guerreiros pereceriam antes de alcançar os muros de Ardonha, que não deixariam, no entanto, de ser alvejados por todo o fogo inimigo até a exaustão. Se o número de abates do lado dos atacantes havia sido enorme, igualmente terrível estaria a condição das fortificações da cidade no momento chave. A broca dos gnomos de Arposandra perfuraria os muros, abrindo um vão para a passagem dos inimigos. A máquina seria destruída pelo fogo defensor depois de cumprir seu propósito.

As serpentes da corte destilariam seus venenos: haveria traição dos fremenniks e do Duque de Bonn, Galen von Adolphus. Philipe Carnillean morreria defendendo as ruas contra os traidores, levando consigo milhares de outros cavaleiros. Ogros assaltariam casas enquanto Kurog esmagava as forças da cavalaria de Entrana. Os tremores causados por Astha’roth abalariam as defesas da cidade, e outras ruas seriam invadidas por torrentes d’água saídas do rio pelo poder evocado pelos magos da guilda. Casemir seria ferido lutando contra os arposandrinos nos ares acima do castelo. A fábrica de clones em Ardonha explodiria numa coluna de fumaça e fogo.  Morte e a destruição tomariam conta da cidade, criando um caos insondável para os olhos afiados de Louis, comandando seus homens do castelo.

Só depois de muito tempo as coisas começariam a distinguir-se, e brasões de Ikovia seriam novamente avistados, penetrando na cidade, ao lado de centauros e soldados entranianos. Renovando as forças dos defensores, eles encurralariam os inimigos, dando vitória à Aliança ao fim. Kurog seria teleportado, contra sua vontade, pelo Conclave de Gu’Tanoth, e seus aliados recuariam através dos meios que dispunham: Astha’roth e Zemouregal abandonariam o ataque ao perceberem que as chances de vitória escasseavam, Aesur e os magos de Ourânia usariam o plano das sombras para evacuar seus exércitos. Hazeel e Khazard fugiriam sem suas tropas, abandonadas para morrer nas mãos aliadas. O saldo de mortos seria gigantesco, e três quartos de Ardonha eram ruínas, cadáveres, cinzas e fumaça.

A VELHA CORUJA – 3ª PARTE

Com o fim da batalha, Louis teria uma reunião com seus nobres vassalos e generais na Sala do Trono, na presença de Erik e alguns ikovianos, porém um dos generais, o antigo castelão de Reims, Barahir, viria com o cadáver de Philipe, colocando-o diante do regente. Louis teria um acesso de tristeza e desespero, pranteando de forma exagerada, porém ele e todos os outros seriam surpreendidos com a chegada da rainha Constance, disfarçada de criada e maltrapilha. Ela afirmaria que fugira do esconderijo para saber o que acontecia, e consolaria Louis.

Constance então tomaria uma atitude impensável: tirando a coroa de suas vestes, ela coroaria Louis, afirmando que seus sacrifícios por Kandarin não eram dignos de honras menores que aquela. Ele recuaria, tentando recusar, mas ela ordenaria que ele aceitasse e abdicaria ao seu trono, saudando Louis como o novo Rei de Kandarin. Ele aceitaria, e agraciaria Constance com o título de Princesa de Ardonha. Então a reunião daria lugar aos assuntos de guerra. O corpo de Philipe seria levado para que fosse preparado para a cremação. Suas cinzas seriam postas no Mausoléu Real por seu sangue. Louis enviaria homens para identificar os corpos de nobres mortos e separar os cadáveres de inimigos e aliados para cremá-los, honradamente ou humilhantemente, e limpar a cidade o mais rápido possível: uma precaução contra doenças. Os sobreviventes dentro de Ardonha seriam realocados para o distrito nordeste, o menos afetado pelo conflito, onde receberiam comida e cuidados.

Leonna pediria permissão para que os magos investigassem as origens dos inimigos, e Erik assumiria a responsabilidade pela expulsão dos ignóbeis agressores no sul enquanto Kandarin se recuperava. Erik falaria que o Alto Vigilante estava a caminho de Ardonha, e explicaria que Ikovia já preparara construtores que viriam às cidades destruídas para iniciar a construção, além de armar acampamentos que receberiam refugiados temporariamente. Louis afirmaria que manteve reservas para reconstruir o reino, e as obras seriam iniciadas muito em breve. Eles se cumprimentariam antes de se despedirem.

BAIXAS E CONSEQUÊNCIAS

>>>Horda e Aliados<<<

Gor’tok, Feldip e Horda: 40.300 de 42.800
Arposandra: 9.000 de 10.000
Hazeel e Khazard: 20.000 de 20.000
Fremenniks: 4.500 de 6.000
Zemouregal: 6.552 de 15.000
Aesur (Zumbis, Sombras, Scutarii e Legiões): 7.450 de 12.500 (20.700 de 25.750 com Kreisen)
Astha’roth: 2.495 de 4.000 (contando também Kreisen)
Magos de Ourânia: 5.548 de 6.000
Arkay von Dunkel: 3.000 de 3.000
Galen von Adolphus: 1.000 de 1.000
Destruição da Horda Dourada
Despojo da Casa Von Adolphus
Despojo da Casa Von Dunkel
Despojo da Casa Von Johannsen
Derrota humilhante e altamente custosa
Destruição da Broca de Arposandra
Destruição da Força Aérea Arposandrina
Fuga de Kurog, Gimon Aldring, Hazeel, Khazard, Balder, Zemouregal, Aesur e Astha'roth
Morte de Soren Mawnisson, Jarl de Nénão
Destruição de todas as armas de cerco dos atacantes
Exaurimento dos estoques de gás de enxofre de Arposandra

>>>Aliança<<<

Kandarin: 19.461 de 38.500 (26.361 de 45.400 com Kreisen)
Entrana: 16.152 de 35.000
Ikovia: 9.555 de 30.300
Gnomos de Ta Quir Priw: 6.970 de 14.000
Gnomos do Sul: 1.547 de 2.000
Centauros: 500 de 2.500
Anões Mercenários: 1.299 de 3.000
Anões da Guarda Negra: 2.320 de 3.000
Sacro-Vigilantes: 1.944 de 2.000
Elfos: 2.915 de 3.000
Destruição de Bonn
Destruição da Torre da Vida e de Arkengard
Destruição de Bremen
Danos em Calais, Hagen e Bruxedos
Destruição de 3 quartos de Ardonha
Vitória altamente custosa
Abdicação de Constance Ardignas
Coroação de Louis Carnillean
Morte de Philipe Carnillean
Destruição de Kreisen
Perda de 30% de todas as armas de cerco


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Última edição por Matheus em Seg Jul 16, 2018 6:33 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Qui Jan 05, 2017 6:26 pm

Os cavaleiros do Templo infiltrados no IMZ organizariam uma emboscada com a chegada dos sobreviventes da batalha. Ao retornarem às suas terras, Gimon Aldring e seus correligionários seriam surpreendidos por Cavaleiros do Templo de Elite e mortos. Eles assumiriam o controle do altar de Ourânia, e comunicariam o Rei Louis e o Rei Erik sobre o que havia sido feito.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Qui Jan 05, 2017 7:10 pm

Um grupo de Lobisomens de Canifis começa uma rebelião contra o governo vampírico de Vanéscula, e em alguns dias o movimento ganha força. O grupo, denominado Crux Lupus, rapidamente consegue apoio majoritário na população Lobisomem. Os apoiadores dos vampiros são executados secretamente, e pouca palavra sobre o movimento chega aos ouvidos dos vampiros. Os líderes da Crux Lupus enviam dezenas de lobisomens vorazes através do Mort Myre para tomar a vila principal entre Canifis e a Sanguinéstia, Mort'ton. Alguns lobisomens são mandados ainda mais longe, para bater o território de Phasmatys, não encontrando sequer um fantasma. Os lobisomens tabmém invadem o castelo de Fenkenstrain, criando uma defesa contra os vampiros. Na Torre do Extermínio, os lobisomens se deparam com os portões selados, e solicitam uma reunião com o novo morador, sob pena de sítio à fortaleza.
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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Sab Jan 07, 2017 3:16 pm

Com o objetivo de expandir sua esfera de influência em Misthalin, o Rei Henri faria um acordo com o Regente Dalinor Arvos para casar sua filha, Julienne, então com 3 anos, com o Rei Albert Lothwick. O casamento selaria um pacto de mútua defesa contra invasores externos (como os trolls, o Kharid e os vampiros, por exemplo), e, embora só fosse acontecer quando a princesa florescesse, suas cláusulas entrariam em vigor assim que o dote fosse pago: uma razoável frota de 35 galeões e 5 fragatas que seriam presenteadas à Coroa de Misthalin.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Sab Jan 07, 2017 6:46 pm

- Flashback de 1 ano antes da batalha por Ardonha -

Com o Império Menaphita em constante prosperidade, graças aos seus acordos e tratados com o Sacro Reino de Ikovia e o Império Menaphita, o governo teria espaço para tomar novas medidas e melhorar a administração.

Seria formado o Conselho dos Sábios, composto por seis homens/mulheres, representando Administração, Comércio, Militar, Ciência/Magia, Religião e Espionagem. Eles teriam quase poder total de decisão na administração do Império, deixando a Rainha Faraônica Serqet para assuntos importantes, deixando-a livre para tomar suas ações.
A baixo do conselho, cada um dos Conselheiros receberiam projetos vindos das províncias e seus administradores, então, podendo decidir entre eles em Reuniões mensais. A Rainha participaria de tais reuniões, podendo opinar e tendo sua palavra como absoluta causo decidisse por algo.

Com o Império sendo administrado por especialistas, a Rainha teria mais tempo para projetos pessoais e ambiciosos. Entre seus pessoais, ela se casaria com o seu conselheiro de administração, um poderoso e influente nobre chamado Radamés, um leal e fiel servo de Tumeken e de sua Rainha. Como Serqet não poderia ter filhos, ela adotaria três filhos de Radamés de forma secreta, dizendo seus e fingindo tê-los em partos falsos. Seria um garoto e duas garotas, chamados: Mênfis,Núbia e Isis. Núbia sendo a garota mais velha, receberia rituais mágicos durante toda sua vida, por motivos ocultos.

Em uma reunião com o Imperador Saga do Império Wushankosi, Serqet assinaria um acordo militar com o mesmo e prometeria casamento de Núbia com o filho mais velho de Saga, dando o dote do território Bandoleiro de al-Khalaqah, entregando-o conquistado (em sua maioria) e com um porto e fortaleza já construídos.

Enquanto isso, Ullek seria lentamente reconstruída com o consenso dos Scabaritas, reformando o Grande Templo dos mesmos para poderem continuar com suas vidas de reclusão e orações, enquanto a cidade lentamente voltaria a sua glória. Os pântanos seriam manipulados em certas regiões para permitir a plantação de arroz e outras plantas que se adaptam a regiões extremamente úmidas. A instituição do Primeiro Nomo ganharia muito poder e se tornaria poderosa nas áreas da magia e ciência, criando capítulos por todo o Império, como também, centros de pesquisa no corpo da Deusa Tuska, nas crateras de divinação, nos obeliscos de evocação e outros locais com importância magica e cientifica. Projetos para estudar e domesticar as criaturas do deserto seriam levantados e financiados pela Rainha Serqet, ela pessoalmente indo averiguar estes projetos de tempos em tempos.

Seriam construídos cidades, postos avançados e fortalezas em diversos pontos do Kharid para aumentar sua proteção e extensão territorial aproveitada, criando novas redes de mineração e comércio.
Com o novo governo, seria financiadas formas de tornar o povo cada vez mais ligado com a Religião Menaphita, tornando-a mais importante no Império conforme seria mostrada que ela seria "necessária" para a sobrevivência dos mesmos.

Conforme os anos se passariam, a força militar do Império se recuperaria, principalmente com a força religiosa também aumentando. O povo cada vez mais se identificaria com a Religião Menaphita e procurariam mais as ordens religiosas do Império, uma para cada deus. O exército seria centralizado sobre a bandeira de Menaphos e uma grande reforma militar seria feita, tornando o exército mais organizado, melhor armado e treinado. Seriam enviadas forças militares organizadas para eliminar centros de organizações criminosas no deserto.
Logo após a construção das novas cidades, postos avançados e fortalezas, começaria a construção de uma grande frota, nada comparável com a dos Wushankosi, mas ainda assim imponente. Seria construída a partir de madeira comercializada e usando tecnologia modificada e criada a partir de projetos militares Menaphitas, essa frota seria enviada para a costa e faria patrulhas, eliminando piratas e relacionados.

As fortalezas e postos avançados de fronteira com Misthalin ou com a costa seriam fortificados e receberiam mais força militar, o comércio de Misthalin com o Kharid seria bloqueado e nenhuma caravana Misthalin poderia passar pela Passagem de Shantay, enquanto na costa, nenhum navio Misthalin poderia se aproximar de território Menaphita.

Lentamente, a Rainha Faraônica criaria projetos e formas para acabar com a escravidão no Kharid, indo com calma para não causar revoltas entre nobres e burgueses e também não causar problemas na economia Kharidiana, conforme os escravos seriam substituídos por maquinários ou outras formas de mão de obra.

Serqet se tornaria uma figura pública e religiosa muito venerada pelo Império, por fazer projetos e estar sempre presente, sendo amada pelo seu povo e conseguir unificar o povo do Kharid inteiro sobre uma bandeira, lentamente, convertendo até os mais extremistas.

Mapa Estratégico:
 

Obs.: Pontos pretos são fortificações, fortalezas, cidades e postos avançados.

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Ter Jan 10, 2017 10:49 am

Afim de fortificar suas defesas no Planalto da Morte, Henri duplicaria suas guarnições, enviando mais 8 mil homens para defendê-las, além de 200 canhões e dois Colossos presenteados pelos icyenes de Namos. A fortaleza principal também seria reformada e ampliada (para o nível 10).

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MensagemAssunto: Re: Notícias da Saga   Sex Jan 13, 2017 3:28 am

Com uma parte significativa da Legião Kal'Gerion levada ou morta, Bilrach se enfureceria e passaria um longo tempo tentando compreender o que teria acontecido, ouvindo Kal'Ger e seus súditos restantes.

Após mostrar a Kal'Ger os "problemas" de falhar com um Mahjarrat tão poderoso quanto Bilrach, Kal'Ger viria a Guilenor em sua forma original e reuniria os seus demônios restantes e um número significativo de bestas de guerra e mercenários humanos, partindo para os andares congelados. Lá, ele dispensaria alguns agentes humanos para procurar por Reynald e Sebastian, como também, buscar informações sobre as nações de Guilenor.

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MensagemAssunto: Reunião da Aliança   Ter Jan 17, 2017 10:59 am

Nos meses seguintes ao selamento da paz com os fremenniks, a Aliança se reuniria, também em Ikov, com representantes de todas as suas facções: Farendor, dos Centauros, Rei Narnode e a Rainha Golrana, dos Gnomos, Daelirn Cadarn, dos Elfos, Louis e o Conselho de Guerra, de Kandarin, Erik, de Ikovia, Comandante Himli, dos Anões e Ilka’ra e Gee’ka, dos Avianses. Eles discutiriam questões territoriais e os planos para a guerra de reconquista. Por conselho do rei Louis, as questões territoriais seriam adiadas para uma reunião no pós-guerra, afim de que conflitos prévios não enfraquecessem a eficácia da atuação da Aliança.

Os aviansies, que não haviam participado da guerra até então, seriam admitidos na Aliança e ficariam encarregados, junto com os gnomos, de conquistar os vales montanhosos de Gor’tok e Gu’Tanoth, tendo em vista que seria custoso em demasia para tropas terrestres assaltá-los. Os elfos, anões e gnomos do sul ficariam isentos de lutar por terem sofrido baixas demais e não contarem com números razoáveis: manda-los para a batalha seria um desperdício de vidas, então eles ficariam responsáveis, junto com os centauros, de armar emboscadas, sabotar acampamentos e linhas de abastecimento, e também construir maquinário de guerra. A Rainha Golrana e o restante de seu povo teriam abrigo em Dannenberg e Ardonha.

Por sugestão de Louis, Kandarin e Ikovia, além das forças enviadas por Entrana, que seriam responsáveis pela retomada das províncias do sul, tanto as que pertenciam aos gnomos com as de Kandarin e as regiões ogras mais meridionais, usariam suas frotas para bloquear a costa leste e impor cercos navais às regiões ocupadas para evitar a fuga de inimigos e, se necessário, usar o poder de fogo das embarcações contra eles e se aproveitariam da formação de milícias de grupos rebeldes nessas regiões para enfraquecer ainda mais o remanescente inimigo.

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