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 Caminhos do Oriente

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Carlos Augusto
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MensagemAssunto: Caminhos do Oriente   Qua Nov 09, 2016 1:31 pm

Durante o roubo de um dos navios de Lorde Handelmort, nas docas de Ardonha, Ludwig e Valian, com seus companheiros, descobriram que a carga do navio era composta de escravos. Decidindo rumar para Menaphos para vendê-los e escapar dos perseguidores, os ladrões seguiram para Brimhaven, onde foram abandonados por sua capitã. Eles contaram com a ajuda de um vidente chamado Illian, que ficou preso na tripulação do navio por acaso.

Em Brimhaven, os ladrões encontraram um capitão para o navio, e o auxílio de um navio mercante que pertencia a ele, Vlad. Vlad liderava a frota quando os navios foram interceptados por piratas caçadores de recompensa, que os seguiram de Brimhaven. Defendendo bravamente o navio do embarque de piratas invasores, os membros da tripulação não deteriam o avanço de um dos grandes galeões, que colidiram com o outro navio, que naufragou, graças à tentativa da tripulação de desobedecer o capitão e mudar o navio para uma rota de fuga, ao invés de seguir com a rota suicida para salvar a tripulação do outro navio, que o capitão tentou adotar. Furioso, o capitão, Vlad, revelou ser um lobisomem e atacou Ludwig, o líder entre os ladrões que organizaram o roubo do navio em Ardonha. Ludwig foi destroçado vivo, mas o resto da tripulação foi poupada.

Amedrontados, a tripulação seguiu as ordens do capitão para escapar de uma tempestade e desembarcar próximo a Sarim, e encontrar reparos para o navio sobrevivente e uma forma segura de libertar os escravos. Illian consentiu e ajudou deliberadamente com o plano, e encontrou a ajuda de Johan e Mathieu na taverna, apesar da hostilidade de Johan para com Valian, outro membro da tripulação. Eles acabaram decidindo que o melhor era libertar os escravos, e oferecer trabalho pago na própria tripulação do navio, mesmo que fosse para que encontrassem passagem segura para suas terras natais.

Vlad investiu o resto da sua fortuna em comprar mercadorias para negociar no Oriente, para recuperar o que perdera com o naufrágio do navio mercante que pertencia a ele, e a tripulação concordara em segui-lo, parando primeiro no antigo estaleiro em Karamja, e depois seguindo até Menaphos. Em Menaphos, a tripulação fez uma parada mais longa para trocar com os locais, com a perseguição já despistada. Durante a viagem, um caçador de recompensas, infiltrado no navio, ofereceu a Mathieu a oportunidade de envenenar e matar os vampiros na tripulação, e compartilhar a recompensa por eles. Em Menaphos, Illian aproveitou o tempo para conhecer melhor as tumbas dos antigos faraós e sacerdotes, com a ajuda de um ex-sacerdote que havia entrado para a tripulação do navio, Malik, e de Johan.

Lá, ele foi tomado por visões, o que o jogou em um profundo transe, enquanto os guardiões mortos-vivos do templo de Amascut se aproximavam. Malik e Johan foram forçados a tomar uma atitude drástica, e tentar barrar o caminho dos guardiões com um desabamento. O tiro saiu pela culatra, e o desabamento começou a afetar a estrutura do templo. Illian foi carregado para fora do templo, e eles todos teriam morrido ao serem atingidos por uma grande cúpula que caía sobre eles, mas possuído por um espírito, Illian os salvaria da morte certa. Antes que Menaphos descobrisse o sacrilégio que foi cometido na destruição do templo de Amascut, o navio zarpou com a tripulação para o Oriente.

Sua rota foi confundida por uma intensa neblina, e ao invés de desembarcar em Waiko, eles desembarcaram em Tuai Leit. Lá, os espasmos de Illian pareceram piorar, e ele foi deixado sob os cuidados de Zu Zu, e um sireno chamado Nyarlath decidiu entrar para a tripulação. Reabastecendo os suprimentos do navio, eles seguiram para o sul, para Waiko, e tiveram a surpresa desagradável de encontrar um recife de corais no caminho. Tentando contorná-lo para Waiko, eles foram atacados por um imenso Kraken, que foi apenas controlado pelos cantos do mar do sireno, e enviado de volta para as profundezas. Eles finalmente chegaram em Waiko, sem saber o que os aguardava.
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