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 O Caminho da Cura

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Thales
Milicia
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MensagemAssunto: O Caminho da Cura   Sex Nov 04, 2016 12:02 am

Anika chega a Catherby em um navio mercante, lá ela se encontra com o oficial responsável pela ala médica e se escreve para ajudar a tratar os feridos como voluntaria, ela é designada para a ala norte onde trata alguns pacientes que contem uma praga. Ao decorrer de três dias, ela é convocada para uma missão no Pico do Lobo Branco pelos oficiais que ocupam a cidade. Ela então aceita e se prepara para sua jornada.
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Lucas
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MensagemAssunto: Re: O Caminho da Cura   Sex Jan 27, 2017 10:30 pm

Me juntei a uma expedição ao Pico do Lobo Branco para matar fanáticos zamorakianos, junto com um pelotão de Sacros Vigilantes de Armadyl, montamos acampamento, nenhum sinal de Zamorakianos por aqui. Nem de Avianses que poderiam estar perto para nos ajudar, a noite está caindo, melhor voltar para minha barraca, e preparar algumas ervas para um chá.
É noite, escutei um barulho ao lado de fora, sai para dar uma olhada. Dois soldados, correndo em direção a floresta, sozinhos, algo está errado. Pego minha bolsa, tomo e cajado, e me direciono a barraca do Alto Oficial da expedição, digo a ele o que vi, ele então, pega seu equipamento e convoca quinze soldados de sua guarda, os mais confiáveis, um deles é Emrich, já me encontrei com ele antes, vamos em direção a floresta.
Andamos por algumas horas, nada. Acho que estamos perdidos, e que os soldados que vi eram apenas desertores, quem dera eu estivesse certa, um grito do meio da floresta, alto, enfurecido, uma emboscada.
Monges zamorakianos avançam em nossa direção, Emrich se posiciona a minha frente, segundo as ordens do Alto-Comandante. preparo meu cajado e me preparo para a batalha.
Dois monges vem em nossa direção, Emrich da alguns passos a frente, e os mantém afastados de mim, enquanto os ataco com raios, a batalha durou alguns estantes. Dois monges caídos a minha frente, um semi-incinerado pela força de um de meus raios, e outro com seu crânio esmagado pela maça de Emrich, olhamos em volta, vinte oito monges caídos pela lâmina do Alto Oficial e sua guarda, nenhum ferido do nosso lado, eles realmente estavam preparados, fico feliz por abandonar a hipótese de ir sozinho atrás dos dois soldados para cá.
Um dos monges estava vivo, inconsciente, segurado e amarrado por dois Vanguardistas.
Voltamos para o acampamento.
Lá o monge foi interrogado, e ameaçado, eu ouvia os gritos, então, não me contive e entrei para ver com meus próprios olhos. Amarrado, ensanguentado, o som de seus ossos sendo quebrados um a um enchia a sala, mesmo para um monge de Zamorak, ele ainda é um homem, pensei, me aproximo do Alto Oficial.
"Ah, Anika, muito obrigado por sua ajuda, sem você não teríamos conseguido capturar ele, estamos tentando obter informações sobre o culto.".
"Só fiz o meu dever. Deixe-me falar com ele, ele não irá falar sobre tortura.".
O Alto Oficial assentiu.
Me aproximei do monge que estava amarrado no fim da sala.
"Eu sei que você está sofrendo, mas precisamos de sua ajuda, se você cooperar, eu irei pedir para você ser livre. Aproveite esta chance, se não, irão te matar.".
Pânico, medo, isso era a unica coisa que eu via em seu rosto, depois de alguns minutos tentando convence-lo, até que finalmente obtive sucesso. Ele nos deu a localização do acampamento Zamorakiano, então, me afasto dois passos dele, e então o Alto-Comandante se aproxima, e corta a garganta do monge, insultando-o. Desespero era a unica coisa no rosto do zamorakiano, se afogando eu seu próprio sangue, eu não consigo ver isso por mais que alguns segundos, levanto minha mão, e com algumas palavras, disparo um raio em sua cabeça, eletrocutando-o e matando-o instantaneamente. Me volto para o Alto Oficial.
"Me desculpe se isto lhe ofende, mas é contra meus princípios ver qualquer pessoa ou ser vivo em um estado desesperador como aquele sem poder ajudar, mesmo sendo um monge Zamorakiano.".
O Alto Oficial permanecia em silencio. Eu sai da barraca, e fui descansar, hoje o dia foi longo, e eu preciso terminar aquele chá que me espera.

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Thales
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MensagemAssunto: Re: O Caminho da Cura   Seg Jan 30, 2017 2:48 am

Mais um dia nas montanhas, o céu está lindo, saio de minha barraca pela manhã, e paro alguns instantes para observar a movimentação dos soldados, desmontando o acampamento, avisto o Alto Oficial vindo em minha direção, conversamos alguns instantes, então partimos em direção a localização que obtivemos com o interrogatório na noite passada. Ainda sem sinal de reforços, não sabemos com quantos estamos lidando, espero que tudo corra bem.
Já estamos a algumas horas em marcha, tem uma vista linda aqui de cima, me pego observando o horizonte por alguns instantes quanto escuto um dos Sacro Vigilantes gritar que chegamos. Sinais de movimentação no chão, a beira de uma caverna, eu não gosto disso... Algo está me perturbando, e consigo sentir o mal emanar de seu interior.
Entramos na caverna, Emrich está do meu lado, de certa forma me sinto mais segura em saber que tem alguém para fazer o "front", ele é tímido, porém, habilidoso com sua maça, entramos alguns passos a fundo, e nos deparamos com uma sala grande, um símbolo estranho no chão, não consigo identifica-lo de inicio, ao fundo, um altar com um cadáver morto, e uma faca em seu peito, o cheiro pútrido toma conta do ambiente pouco iluminado por algumas tochas, peço para que todos se afastem, como perita em magia, acredito que poderia ter algum encantamento, então, tomo a frente para verificar e anular uma possível magia, mas me enganei, o perigo não estava no altar, o sangue do sacrifício preencheu o símbolo no chão, ativando uma armadilha que explodiu a sala, o teto caiu sobre nós, dividindo nosso grupo, apenas eu e Emrich de um lado, ouvimos os outros, a principio ninguém se feriu gravemente, seguimos por uma passagem, enquanto o resto do pelotão seguiu por outro caminho.
Escuridão, medo, mal, isto era basicamente o que sentíamos lá, conjurei uma orbe de luz para iluminar a passagem, enquanto em e Emrich seguíamos sozinhos, aquele corredor parecia não ter fim.
Ouvimos uma voz, uma gargalhada sombria, e o corredor se tornou trevas, tudo ficou preto, Emrich tomou posição em minha frente, mais ou menos 10 passos de distância, com sua maça em uma mão e seu livro de orações na outra, enquanto rezava para Armadyl, particularmente, me sinto confortável, embora questione algumas de suas ações, saber que fez Bandos, o grande Deus da Guerra, sucumbir aos seus pés, morto, me faz questionar seus princípios...
Uma porta, Emrich a abre, ele está visivelmente apavorado, confesso que também estou um pouco assustada, entramos na sala, mas algo pesou em nossos corações... Uma sala de ferro fundido, com corpos pendurados, Emrich abriu a boca, e abaixou sua guarda, não acreditando n que via, o Alto Ofcial morto, decapitado, e todos os outros membros do pelotão, mortos brutalmente, então uma voz surgiu...
"Vocês são os proximos, todos a quem vocês amam estão mortos, e vocês não tem chance, irão perecer nesta caverna como os vermes que são. Sua alma irá queimar junto com sua carne e ossos, vocês morrerão, aqui e agora, e a perdição é tudo que podem crer, estou indo busca-los. HAHAHAHAHA....".
Emrich foi ao chão, lágrimas escorriam... "Estamos perdidos, estão todos mortos, vão nos matar, eu não quero morrer aqui, estamos perdidos, vamos morrer, VAMOS MORRER!...", ele repedia sem parar, desesperado.
O medo começa a tomar conta do meu corpo e mente, não posso deixar ser tomada assim como Emrich, não vou me permitir ser derrotada aqui e agora.
Abro meus braços, e então, crio uma explosão de energia e luz, a sala, e grande parte do corredor atrás de nós se enche de luz, dispersando as sombras, e revelando a cena de carnificina e massacre como uma ilusão, um ser então grita em dor, mal consigo ver sua forma, mas não precisaria de mais que um segundo para identificar aquilo.
Um demônio.
A sala se revela vazia, me aproximo de Emrich, que ainda está m estado de choque, e com dificuldade consigo acalma-lo e fazer perceber que era tudo uma ilusão, digo para ele que é obra de um demônio, e então, o jovem que estava a alguns instantes caído e com medo, se levanta com uma ira indescritível.
"Não vou deixar nenhum demônio imundo mexer com minha cabeça e sair impune.".
Ele se levanta e chuta a porta a frente, derrubando-a e seguindo em frente, aparentemente, o medo sumiu. Fico feliz de ele ter resistido, mas sinto pela dor que aquela visão possa ter lhe causado... Pego meu  cajado e sigo logo atrás dele.
O som de espadas batendo tomam o corredor, alguém está lutando, corremos em direção ao fim do corredor, e vemos o acampamento Zamorakiano, vários monges e Vanguardistas lutando, e, mais a frente, um demônio superior comandando os monges, ele então se volta para mim e Emrich.
"Uma ratazana em um ninho de pássaros, o que uma Icyene impura está fazendo com Armadylianos? Irá ter o mesmo destino deles, mestiça.".
Uma bola de fogo infernal é lançada em nossa direção, nos escondemos atras de um monte de pedras.
"O que ele quis dizer com "Icyene?" pergunta Emrich.
"Isso explica muita coisa, eu também não sabia...". sou interrompida por uma explosão de fogo ao meu lado, corremos em direção ao demônio, enquanto os monges lutam contra os Vanguardistas, o demônio estava em um tipo de trono, em uma parte mais elevada da caverna, consgeuimos chegar por trás dele, mas somos vistos, mais uma explosão de fogo. Emrich é jogado para o lado, mais proximo do demônio, e eu caio perto ao trono.
Emrich se levanta, e então, segura seu livro de orações, e começa a rezar para Armadyl, sua maça começa a pegar fogo, ele então guarda seu livro e ergue seu escudo, me posiciono atrás dele, uma bola de fogo é disparada contra nós, mas explode antes de chegar perto com um disparo de um raio feito por mim.
EMrich avança na direção do demônio, acertando-lhe em seu joelho, fazendo-o ajoelhar-se, mas é jogado para trás com um golpe brutal do demônio.
Disparo mais um raio em sua direção, mas ele defende com o braço, zombando do ataque mal sucedido, Emrich acerta mais um golpe, desta vez no maxilar do demônio, em cheio, fazendo cambalear para trás e largando um urro de dor, ele tenta golpear Emrich, mas lhe acerto um raio em se braço, fazendo-o parar o ataque, Emrich aproveita e acerta mais um golpe no demônio, este se mostra exausto, olha diretamente para mim, mas acredito que a unica coisa que vira foi a luz azul brilhante de um de meus raios acertando-lhe diretamente no rosto, derrubando-lhe, ele levanta a cabeça mas é em vão, Emrich desfere um golpe de cima para baixo, quebrando seu crânio, finalizando o demônio.
Olhamos para a parte mais baixa, muitos corpos ao chão, os monges que sobraram fugiram em medo quando viram que deu líder tinha sido derrotado.
Encontramos o Alto Oficial, e explicamos tudo que havia acontecido, vasculhamos a caverna em busca de espólios, ambos os lados tiveram baixas, mais feridos do que mortos. Ótimo, minha especialização é a cura, vou ajudar os vanguardistas machucados enquanto os demais cumprem suas ordens.
Dois dias depois, de volta a Catherby, sou convocada a me encontrar com o Alto Oficial. Recebi um convite para a cidade de Namos, lar dos Icyenes, criaturas semelhantes aos Anjos das histórias que li quando pequena, diferente deles, eu não tenho asas, e uma carta de recomendação a Torre dos Feiticeiros, as palavras do demônio vem em minha mente, ele me chamou de Icyene... Decido então, seguir viagem para Namos, com um pelotão de cinquenta Vanguardistas e, Emrich também está entre eles.
Espero poder descobrir mais sobre mim e o que sou, respostas é apenas uma parte do que preciso neste momento.
Que a jornada comece, e que os deuses olhem por nós.
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Thales
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MensagemAssunto: Re: O Caminho da Cura   Dom Jun 11, 2017 8:32 pm

Ao chegar em Namos, sou muito bem recebida, estudei lá por algumas semanas, e recebi uma Orbe Icyênica, parti para a Torre dos feticeiros, onde conheci Leonna, Arquifeiticeira da torre, esposa do rei Erik, recebi uma missão de invasão junto aos Guardiões de Armadyl em Yanille. Após completar a missão, retorno para a torre onde ajudo a curar uma ferida mágica grave do filho de Leonna, Casemir, sou iniciada como feiticeira da torre, recebo um colar e alguns equipamentos novos, parto em direção a torre negra, onde conheço o ArquiNecromante, faço algumas missões para ele, acabo me aproximando bastante. Aceito um contrato como aliada e recebo um anel como prova de minhas ações, e uma Orbe negra para me teleportar para a torre negra ou falar com o Arqui necromante, agora que se revelou ser Simon, sigo para minha jornada a torre dos magos. Lá sou recebida como aluna, e acabo conhecendo a Ordem Exotérica, me junto a mesma, agora sou parte dela. Realizo algumas missões para eles, e começo a liderar uma equipe de pesquisadores na Torre Antiga, onde descobri recentemente o Encantamento Imperial, agora estou na torre me preparando para as proximas missões.
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MensagemAssunto: Re: O Caminho da Cura   Dom Jul 16, 2017 10:04 pm

Após meses de estudo na torre, consigo entrar na Ordem Exotérica, graças a ajuda de Simon Mercer, me tronado pupila do Mestre Encantador da Torre, conforme ajudo nos afazeres da torre, ouço rumores de uma frota de navios Wushankojin se aproximando, eles iriam atacar a torre. Desenvolvemos um canhão gigantesco na Torre, para tentar destruir grande parte do navio, mas, só tinhamos um tiro. O canhão era de um mago que pretendia se tornar Arquimago da Torre, assim como eu, seu sucesso me causaria problemas... No dia do ataque, o canhão foi disparado, e errou os navios, naquele momento, vi minha chance, evocando um dragão de água gigantesco, consegui destruir 1/3 da frota de navios, mantendo a torre segura, após a baalha fui considerada Heroina, e recebi uma oferta onde me tornei nobre do reino de Misthalin, parte do Império, do Imperador Aesur. Más os Wushankojin conseguiram tomar a cidade de Lumbridje, e se preparariam para atacar novamente. Dadas as circunstâncias, me teleporto para a Torre dos Feiticeiros em ikvoia, negocio com Leonna, a sua ajuda e de seus feiticeiros na defesa da Torre dos Magos em troca de metade do monopólio do Runiverso. Quando estava saindo de Ikovia, fui teleportada a um local estranho, por um ser parecido comigo, um Icyene corrompido que se chamava Refinatas, no qual me ameaçou caso participasse da defesa novamente. Me recusei e apareci em minha cama na Torre dos Magos, depois de estar inconsciente dois dias. Após algumas semanas, novamente Wushanko ataca, eu estava no topo da Torre, observando a marcha cada vez mais próxima, quando meus olhos me revelam o futuro, o tiro da torre erraria, e um monstro denominado O Grotesco destruiria nossas fileiras, ao abrir meus olhos vejo que nada havia acontecido ainda, corri para reprogramar o canhão, que acerta em cheio, matando mais de 4 mil soldados, então, evoco um gigantesco escorpião de pedra que derruba O Grotesco, antes que eu pudesse continuar, o mesmo ser apareceria dos céus com um exercito, e finalizaria O Grotesco, fazendo os Wushankojin fugirem. Após meses resolvendo os problemas, e sendo tratada como Heroína, decido ir a Namos procurar sobre ele, mas a unica coisa que descubro é que o Rei de Namos estaria quase morto por envenenamento, consigo utilizar da minha magia para tirá-lo de risco, então, sou presenteada com uma Leoa Alada chamada Sabah. Volto para a torre, onde recebo ordens de encontrar Nex e convence-la a ajudar a Ordem. Me junto a cruzada de Erik Adler para lá, após lutas e emboscadas, chegamos até a masmorra. Lá dentro sou fortemente influenciada até uma porta, na qual estaria aberta, ao entrar ela se trancaria, depois de caminhar em meio a exércitos e corredores de uma fortaleza  completamente escura e somria, finalmente encontro Nex, algumas coisas acontecem, Simon se revelaria Zarosiano, Nex teria puxado ele de uma orbe minha, conversamos e então decidimos atacar os demais generais. Durante o ataque, Erik teria derrubado a masmorra em cima de todos, me lembro vagamente de ver Leonna sendo morta esmagada, enquanto um demônio estripador pulava nas minhas costas, graças a Nex estou viva ainda. Ao acordar, sou presenteada com as tunicas do lendário mago, virtus. Volto para a Torre, onde descubro que o Arquimago foi assassinado, após algumas eleições, me torno a nova Arquimaga da Torre. Para resolver alguns problemas da torre, negocio o Bastão de Armadyl que estaria em minha posse com Karsten, de Ikovia e Erik. Erik me contou também que o rei Ur'Keth que havia enviado o demônio para me matar, não esquecerei disto. Agora devo ir, tenho um exército para formar...
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