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 O Sonho de uma Nação

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sex Abr 14, 2017 3:43 am

Uma enorme obra aconteceria em Gestohlen, com investimento dos tesouros do Reino de Ikovia. As obras seriam para tornar a província em padrão Ikoviano, como também, tornar a cidade de Gestohlen em uma cidadela fortificada.

Gastos:

Castelo nível 2 -> nível 5 = 280.000g
Muralhas nível 1 -> nível 5 = 300.000g
Torres nível 1 -> nível 5 = 150.000g
Quartel nível 2 -> nível 5 = 112.000g
Minas de Gemas nível 1 -> nível 4 = 90.000g
Minas nível 1 -> nível 4 = 60.000g
Oficina de Ferreiros nível 1 -> nível 4 = 90.000g
Armazém nível 1 -> nível 5 = 180.000g
Escola nível 0-> nível 4 = 93.000g
Igreja de Armadyl nível 0 -> nível 4 = 60.000g
Total: -990.500 moedas de ouro (-30%)

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sex Abr 14, 2017 3:59 am

Seriam recrutados 80 batalhões de Lansquenetes entre Gestohlen (maioria) e Hemenster para fazer a guarnição de Gestohlen.

Gastos:

60 batalhões treinados de Lansquenetes
20 batalhões treinados de Lansquenetes Besteiros

Gastos: -36.000g

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Seg Abr 17, 2017 7:56 am

- FLASHBACK -
(Poucas semanas após a conquista de Bonn pela Grande Reconquista)

Após a ordem ser instaurada em Bonn, a Grande Reconquista marcharia com todas suas forças para a província de Amiens, levantando cerco em sua cidade principal no processo, enquanto a Grande Armada de Armadyl faria um bloqueio marítimo na costa da mesma.

A vantagem Ikoviana seria gigantesca, com muito mais tropas que os defensores, superioridade de artilharia e de navios de batalha, os defensores se renderiam aos requisitos dos Ikovianos, que seria entregar as armas, os soldados serem levados aos campos de concentração e depois serem libertados e os oficiais serem julgados pelos seus crimes a Aliança.
As outras províncias de fronteira com Ardonha logo seguiriam os passos de Amiens e se renderiam também, sendo tomadas e controladas por Kandarin em seguida, assim como Amiens.

Nos meses seguintes, os oficiais seriam julgados e sentenciados a morte na fronteira, para sofrer tanto quanto os cidadãos de Ardonha durante o Cerco a Ardonha. Enquanto os soldados nos Campos de Concentração seriam colocados em diversos navios de transporte Kandarinianos e posto em uma viagem para Misthalin ou o Kharid, aonde poderiam recomeçar suas vidas.
Durante a viagem, os navios da Grande Armada de Armadyl se disfarçariam de Corsários e emboscariam os navios de transporte, que não teriam mais marinheiros e capitães por terem fugido durante a madrugada. Os navios de transporte seriam afundados e a maioria dos zamorakianos seriam mortos em tal viagem, publicamente, seria dito que uma tempestade torrencial teria afundado os navios.
Os poucos sobreviventes a esse evento seriam mortos por agentes dos Guardiões de Armadyl ou Serviço Secreto Kandariniano.

A Grande Reconquista então reuniria suas forças e desceria pela costa em direção a Yanille, enquanto a Grande Armada faria o mesmo. As forças de Kandarin se reuniriam em Ourania, Ardonha Ocidental e Calais, levantando um cerco as montanhas de Gor'Tok para bloquear o acesso da Horda Dourada de Kurog ao norte e aos territórios Kandarinianos, enquanto isso cumprindo sua promessa, os elfos fariam o mesmo do outro lado de Arandar.

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Abr 18, 2017 10:46 am

Em Ikovia, seria levantado um enorme projeto para o Reino inteiro, que seria dividido em algumas etapas.
O inicio desse projeto seria nas colônias em Karamja e províncias ao arredor de Ikov.

Gastos:
Ikov:

Centro de Treinamento 0 -> 6 = 300.000g
Hospital = 100.000g

Pico da Águia:

Expansão da Cidade de Pequena para Média = 337.500g
Torres nível 2 para 5 = 140.000g
Área de Caça nível 2 para 5 = 28.000g
Campos de Pastagem nível 2 para 5 = 56.000g

Küste:

Expansão da Cidade de Pequena para Média = 16.875g

Korridor:

Caís de Pesca nível 2 para 5 = 28.000g
Campos Agrícolas nível 2 para 5 = 56.000g
Casa de Carpinteiros nível 0 para 5 = 77.500g
Casa de Tecelões nível 0 para 5 = 46.500g

Grenzen:

Minas nível 2 para 5 = 56.000g
Minas de Gemas 2 para 5 = 84.000g
Bosques 0 para 5 = 46.500g
Área de Caça 0 para 5 = 31.000g
Casa de Arco e Flecha 0 para 5 = 62.000g
Casa de Ourives 0 para 5 = 124.000g

Seher:

Castelo nível 4 para 6 = 480.000g
Muralhas nível 4 para 5 = 80.000g
Torres nível 4 para 5 = 160.000g
Hospital = 100.000g
Teatro = 80.000g
Biblioteca = 75.000g
Arsenal nível 0 para 5 = 248.000g
Centro de Treinamento 0 para 5 = 155.000g
Casa de Tecelões 0 para 5 = 46.500g
Casa de Herboristas 0 para 5 = 46.500g


Total: -1.684.550 moedas de ouro (-30%)

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Abr 18, 2017 11:56 am

Seria aberto novos Pedágios por Ikovia, um em Festungen e um no Pico da Águia.

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Abr 18, 2017 5:46 pm

Com um novo projeto proposto pelo General Dietz da Vanguarda de Armadyl e aceito pelos mesmos, Ikovia estaria em um grande avanço para a tecnologia militar.
O projeto seria trocar todo o armamento de cerco que não utilizaria pólvora por aqueles que utilizariam, como merteiros, Sturm Flammen e canhões. Esse seria um projeto muito ambicioso e seria levado com cautela, inicialmente, seria aplicado apenas em Ikov aonde seriam construídos 60 novos canhões e enviados as pressas para a Grande Reconquista.

Gastos:

60 Canhões = 300.000g

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qua Abr 19, 2017 1:51 pm

Semanas após as províncias ao sul de Ardonha estarem em certa ordem, a Grande Reconquista chegaria aos muros de Yanille.

Enquanto os exércitos Ikovianos se posicionariam em algumas colinas ao sul da cidade, fora do alcance dos disparos de seus muros, eles notariam que os Bandosianos estariam lutando entre si. Um exército não muito grande da Horda Dourada estaria atacando os muros de Yanille, porém no momento que romperiam seus portões, eles seriam derrotados em um contra-ataque do interior da cidade, liderado por um enorme Ourg de 10 metros de altura.
Aproveitando-se da situação, Ikovia dispararia suas armas a distância e levaria muitos Ogros a morte precoce na batalha, forçando os mesmos a seguirem o que o Príncipe Casemir desejava: Sair da cidade e irem em direção dos Ikovianos. Enquanto a força principal de Ikovia combatia os inimigos em avanço, levando centenas deles a morte antes mesmos de engajarem em combate corpo-a-corpo, a Blitzkrieg faria uso de suas famosas táticas relâmpago para tomar a cidade de Yanille em si, eliminando todas as tropas deixadas para trás em uma fração de minutos. O restante da batalha campal seria praticamente um massacre, as forças da Grande Reconquista facilmente eliminariam seus inimigos e fariam sua baixar, e quando o enorme Ourg seria derrubado, os Bandosianos voltariam uns contra os outros, dando espaço para os Ikovianos massacrarem o restante das tropas e deixando muitos poucos fugirem.

Teriam sido dois dias de cerco e oito horas de batalha, para no final, Ikovia sair com muito poucas baixas. Os exércitos da Grande Reconquista seriam divididos para verificar o subsolo de Yanille, seus edifícios e reunir o tesouro do local em um local seguro, enquanto a Blitzkrieg verificaria as fronteiras e as aldeias da província em busca de Bandosianos ou reforços vindos do sul.
No final, a Grande Reconquista se instalaria em Yanille e começaria a preparar fortificações improvisadas nos muros da cidade e dispensaria tropas para levantar postos avançados na fronteira sul e com Reims.

Os exércitos da Grande Reconquista permaneceriam em Yanille até recompor seus mantimentos e tropas de Cruzados Saradoministas (recrutados de Asgarnia, Misthalin e Kandarin) e também forças Reais Kandarinianas chegassem a Yanille para fortifica-la, então, a Grande Reconquista marcharia em direção de Reims.

Recompensas:

+35 níveis para Casemir (somando as batalhas anteriores e essa)

Baixas:

Grande Reconquista

500 Ikovianos mortos

Horda Dourada

5.500 Bandosianos mortos

Conclave Xamãnico

7.100 Bandosianos mortos

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qui Abr 20, 2017 8:03 am

Com o novo projeto de avanço tecnológico Ikoviano, as antigas armas de cerco seriam todas vendidas a Tartarus por um preço levemente inferior.

Enquanto isso, em Ikov, começaria uma intensiva para descobrir novos tipos de armas de cerco que usariam pólvora, alguns protótipos já estariam sendo colocados a teste.

Ikovia vende a Tartarus:
90 Balistas e 30 Trabucos = 180.000g

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sab Abr 22, 2017 7:23 pm

Enquanto uma parte relativamente pequena dos Guerreiros de Ekhaya liderados por Gazine Naara marchava em direção da Horda Selvagem de Selgros, uma pequena comitiva que protegeria o Embaixador de Ikovia em Ekhaya chegaria até as forças de Gazine. Lá eles teriam uma reunião relativamente curta, discutindo estratégias de batalha e politica.

No final da reunião, Gazine concordaria com os planos do Embaixador e partiria com suas tropas para a colônia de Grenzen, indo por uma rota alternativa para evitar os Selgros.

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sab Abr 22, 2017 8:02 pm

Os projetos Ikovianos sobre armas com pólvora já estariam em pé antes do novo projeto gerenciado pelo General Dietz, porém quando esse projeto entraria em vigor e as armas de cerco antigas seriam vendidas, a Academia Militar de Ikovia se forçaria a acelerar seus projetos e testes.

No final do outono eles desenvolveriam uma nova arma de batalha e um novo projeto de melhoria para os canhões existentes, com ajuda de engenheiros anões:

A nova arma seria chamada de Bateria Feuerhagel, que seria inspirada no novo canhão anão chamado Canhão Órgão. Apesar do Canhão Órgão usar munições de maior calibre e serem mais fortes, seriam menos ágeis e rápidos de atirar do que a nova arma Ikoviana inspirado no mesmo.
Os canhões Órgãos seria basicamente uma série de canhões de menor calibre um ao lado do outro e de curta distância, aonde seriam acendidos eles rapidamente causando um efeito de tiro extremamente rápido, chamado vulgarmente de "rajada".
A diferença entre o Canhão Órgão e a Bateria de Feuerhagel seria seu mecanismo de tiro. Enquanto o canhão teria entre 6 e 8 canhões alinhados 12 canhões e 3 linhas de quatro em volta de um mecanismo de giro no centro, assim, cada vez que 4 dos canhões disparassem se puxaria uma alavanca, giraria o mecanismo central e prepararia os próximos 4 canhões.



A mudança no canhão seria aumentar a precisão de seus disparos com um novo tipo de cano e uma ignição mais concentrada, chamado de Canhão Zerstörer.
Os canhões existentes de Ikovia seriam aprimorados para esse novo mecanismo e, com o desenvolvimento de tantas novas armas em Ikovia, seus métodos de construção e fabricação seriam mantidos no mais alto sigilo governamental, muitos poucos engenheiros de Ikovia saberiam a metodologia completa de criação dessas armas.


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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Seg Abr 24, 2017 8:59 am

Com o desenvolvimento dos novos armamentos de cerco, Ikovia faria a construção de mais 60 Canhões Zerstörer e 60 Baterias Feuerhagel que seriam enviados para Seher.
As novas armas seriam enviadas para a Grande Reconquista.

Com a Grande Reconquista tendo reconquistado quase todo território Kandariniano, o acordo de refugiados entre Ikovia e Kandarin seria finalizado e os refugiados seriam enviados de volta a Kandarin. Uma parcela realmente grande, de 60% desses refugiados, voltariam a Kandarin convertidos para o Armadyleanismo.

O Príncipe Regente Casemir faria um ultimato a Torre dos Feiticeiros, exigindo que ela fizesse sua contribuição a Grande Reconquista, a Arqui-Feiticeira aprovaria essa ação porém nem todos na Torre aprovariam. No final, mesmo com o Conselho de Feiticeiros contrariado, eles enviariam todos os Feiticeiros de Batalha disponíveis para a Grande Reconquista, que seria 40 batalhões de Feiticeiros de Batalha Treinados.

Gastos:

60 Canhões Zerstörer = 360.000g
60 Baterias Feuerhagel = 480.000g

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Seg Abr 24, 2017 11:39 am

Ikovia não mais seria uma sombra de Kandarin, seria uma nação individual e única, crescendo constantemente e criando sua própria Identidade Nacional. Honra, Justiça, Lealdade e jamais fugir de seus desafios se tornaram os valores que todo Ikoviano buscaria em suas vidas.

Avanço Cientifico: -1.200 pts

4 níveis em Planejamento
Pesquisa de Conversão Militar - Identidade Nacional

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Seg Abr 24, 2017 11:46 am

Rapidamente e ferozmente o Grão-Duque Joseph Smith cresceria em poder e influência, notando que Ikovia estaria prestes a entrar em ainda mais guerras, ele criaria um projeto ambicioso.

O projeto seria a construção de Poleiros em Ikov, Seher e Pico da Águia, criando um acordo com os aviansies que habitam o Pico do Lobo Branco para poder ser criado Grifos em Seher, entre os motivos mostrados por Joseph, além do brasão de sua casa, seria também as montanhas do Desfiladeiro de Norden. O projeto seria aceito e agora, não apenas em seu brasão, os Smith realmente teriam grifos.

Gastos:

Poleiro nível 6 em 3 províncias = 756.000g (-50%)

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Abr 25, 2017 4:18 pm

Batalha da Libertação de Reims

23 de Raktubro do Ano 17 da Glória do Santo Casemir de Ikovia

Sábio seja nosso Senhor o Príncipe Regente Casemir. Sabendo das dificuldades que seria tomar as Cidadelas de Reims, ele ordenou que as tropas marchem norte e acompanhem o Rio Donha até chegar, novamente, em território Kandariniano. Em uma ponte improvisada feita pelos nossos irmãos de pátria em Kandarin, atravessemos o rio e então descemos sul acompanhando as montanhas de Arandar.

Em poucos dias levantamos cerco a Reims, nossas tropas estavam animadas e a moral em alta. Tivemos bons suprimentos em toda a viagem e nenhum problema de ataques de guerrilha Bandosiana, eles recuaram para Reims e Gor'Tok e não pretendiam sair de seus muros, porém nosso santo Senhor Casemir tinha planos para os Bandosianos.
Cinquenta Guardiões de Armadyl, abençoados sejam suas artes ocultas, se infiltraram em Reims e queimaram mais da metade das amaldiçoadas armas de cerco dos Ogros. Nos dias seguintes, eu Sargento Frederick von Halle do Quadragésimo Batalhão de Vanguardistas Arqueiros para proteger uma operação de sabotagem nas montanhas de Arandar atrás da cidadela de Reims aonde os Ogros estariam estacionados. A operação acabaria falhando com os explosivos não causando os danos necessários, porém, o nosso Príncipe Regente alegaria que teria sido suficiente e que agora os Ogros não teriam como manter suas rotas de provisões, que daquele dia em diante, eles iriam começar a morrer de fome.
Não daria dois dias e os Ogros, liderados pelo Ourg Necromante Urz, sairiam de dentro de sua Cidadela para combater os exércitos da Grande Reconquista em campo. Se nosso Príncipe não fosse de Ikov, eu diria que ele é um Vidente de Seher, conseguindo prever cada movimento que os Bandosianos tomariam antes e durante a batalha que viria por acontecer.

Os Bandosianos marchariam em formação mantendo piques no centro, infantaria com machados no flanco esquerdo e ogros montados em lobos gigantes no flanco direito, enquanto na retaguarda estariam suas armas de cerco como trabucos e balistas, acompanhados por arqueiros e xamãs ogros.
Nossas Sacras linhas de batalha seriam formadas pelos Vanguardistas no centro com suas poderosas lanças e escudos torre, e as tropas auxiliares nos dois flancos, a esquerda os mercenários da Tríplice Absolvição e no direito os auxiliares tribais recrutados das colônias em Karamja. A frente da infantaria e completamente fora da proteção de nossos escudos, as baterias de nossas novas armas a pólvora, as Baterias Feuerhagel estariam preparando seus disparos, protegidos por barreiras mágicas conjuradas pelos Feiticeiros de Batalha vindos da Torre dos Feiticeiros em Ikov. Atrás da Infantaria estariam os Arqueiros da Vanguarda, com seus arcos longos, e protegendo a retaguarda, estariam os Sacros Vigilantes de Armadyl, com suas maças e orações de batalha, guerreiros íntimos de nossa sagrada fé. Junto dos Arqueiros estariam posicionados os Canhões Zerstöger e as Baterias de Sturm Flammen.

Os Ogros marchariam em nossa direção com gritos de guerra intimidantes e ofensas a nossa fé e nosso deus Armadyl, porém seriam calados quando a primeira saraivada de Sturm Flammen e Canhões cairia sobre suas tropas. Vísceras, sangue e madeira queimaria a distância, em uma fração de minutos toda a linha da retaguarda dos Bandosianos estaria queimando e poluindo o ar, santos sejam nossos engenheiros de batalha e suas maquiavélicas invenções!
Sem sua artilharia de longa distância, os Ogros começariam a correr em direção de nossas tropas com sangue em seus olhos, enquanto nossa artilharia manteria constantes disparos. Quando eles entrariam no alcance das Baterias Feuerhagel, morte e aço choveria sobre os Bandosianos, em uma única grande saraivada de metralha centenas de Ogros da linha de frente seriam triturados, quebrando completamente suas linhas e desorganizando suas tropas.
Quando eles começariam a se aproximar, a infantaria avançaria para proteger os canhões enquanto Ikovianos e Bandosianos trocariam disparos de flechas, magias e artilharia, porém o lado Ikoviano sendo protegido pelas magias de bloqueio dos Feiticeiros de Batalha.
A batalha duraria horas, porém os Ikovianos seriam disciplinados e a liderança do Príncipe Casemir seria forte, mantendo os soldado em linha mesmo enfrentando bestas duas vezes maiores que qualquer humano. As linhas da retaguarda Bandosianas seriam as primeiras a cair, pelo fogo conjunto de arqueiros e artilharia, em seguida, a linha central de piques dos Bandosianos seria dizimada, enquanto as tropas Auxiliares sofreriam algumas baixas.
Então, Urz apareceria em campo de batalha e começaria a conjurar magias necromânticas, porém como um vidente, Casemir esperaria por isso. Quando a linha central dos Bandosianos quebraria, as Baterias Feuerhagel estariam prontas, e quando nossa infantaria sairia do caminho, elas disparariam contra o enorme Urz, transformando-o em segundos em uma pilha de carne esmagada e triturada. Sem liderança e com enormes baixas, os Bandosianos começariam a fugir e muitos dos mesmos seriam mortos enquanto recuariam em direção a Gu'Tanoth, pelo Jiguegigue.

No final daquela noite, a Grande Reconquista teria sido vitoriosa novamente, com mais baixas que na Batalha da Liberação de Yanille, porém, ainda com baixas muito pequenas. A noite seria tomada pelas piras usadas para queimar os corpos dos Bandosianos e dos soldados Ikovianos, em uma enorme cerimônia providencia pelos Sacros Vigilantes de Armadyl, suas orações, ecoando pelos campos de Reims durante a madrugada inteira.
O Príncipe Regente Casemir providenciaria pessoalmente que o corpo de Urz fosse queimado junto de todos seus bens, para que não fosse novamente trazido de volta a vida pelo Conclave Xamãnico de Gu'Tanoth.

Diário de Batalha do Sargento Frederick von Halle de Seher

Baixas:

17.000 Bandosianos mortos
800 Ikovianos mortos

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qua Abr 26, 2017 2:36 pm

Cerco de Gor'tok
32 de Wintumbro do Ano 17

Nóis começou a ver que ia dar merda quando vimo que nossas passagem debaixo da terra tavam fechada, a maioria delas. Kurog disse que tinha um plano, e nóis confiou.

Quando levantaram cerco, nóis perdeu todas as rota de comida, menos Arposandra. Só que os desgraçado nos trocaram pelos humano e humano pequeno e grande, eles nos venderam comida bichada. Ainda bem que nóis é esperto e percebeu antes que tivesse muita gente se cagando e morrendo ao mesmo tempo.

Aí chegou o quinto dia e a gente já sem comida, só tinha pra mais dois, Kurog mandou uns dois mil pra cima deles com as arma de cerco e recuou com o resto pra dentro das caverna. Os dois mil não duraram muito, é claro, mas deu tempo pra gente entrar pra dentro do chão. Nóis matou todo mundo que eles mandava, mas eles fecharam alguns buraco e meteram gás lá. Foi foda, não tinha muito o que fazer. Mas no fim nóis chegou na Passagem Subterrânea. Lá Kurog passou do limite.

Ele mandou atacar os humano orelhudo que viviam lá, e chegou num tal de Templo da Luz depois de escravizar uns humano baixinho e barbudo que guardavam uma passagem. Quando atacou lá não tinha muito o que fazer, era matar ou morrer. Mas Melequento esperto, Melequento fugiu e esperou Kurog perder. Ele seguiu os humano orelhudo até cidade grande dos humano, escondido. Kurog exigiu xizum com Rei das Galinha antes de rancarem a cabeça dele e perdeu fácil. Horda já era agora. Melequento não saber o que fazer.

Relato descrito de Melequento, lanceiro duende da Horda Dourada.

Baixas:

9.500 Bandosianos
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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qua Abr 26, 2017 6:46 pm

Após o Cerco de Gor'Tok, em Ikov, o Rei Erik Adler faria uma grande convocação de líderes, sendo eles: O Rei Louis Carnillean de Kandarin, o Rei Narnode de Ta Quir Priw, Gazine Naara de Ekhaya, Daelirn Cadarn de Priffdinas e a Czarina Nadja Habitch de Chernigov. No caso da Czarina, ela traria também um grande carregamento de runita que a Coroa de Ikovia compraria.

Cada um desses líderes viriam com grandes caravanas, essas seriam compostas de nobres, comerciantes e alguns turistas que aproveitavam a viagem de seus reis e a proteção que forneceriam para irem juntos aos festejos que teriam em Ikov naquele final de semana.
Naquele mesmo dia todos os líderes se reuniriam na Sala de Reuniões do Castelo de Ikov, aonde teriam uma reunião relativamente informal. A reunião seria pacifica em sua maior parte, com Erik apresentando seu projeto da Aliança dos Povos Livres e defendendo sua necessidade para os líderes, inicialmente com o Rei Louis duvidando da necessidade de que Chernigov participe, porém a jovem Czarina logo mostrando ao velho Rei os motivos. Os termos da Aliança seriam:


  • 1- Se um dos membros agir diretamente ou indiretamente contra um dos membros da aliança, os outros membros da mesma terão liberdade de declarar guerra conjunta contra esse traidor.
  • 2- Uma nação ou facção só é declarada inimiga de toda a aliança se realmente ameaçar a paz e estabilidade de todos.
  • 3- Declarar guerra ou agir contra o aliado de um dos membros da aliança é justificativa para esse ser expulso da aliança.
  • 4- Os membros da Aliança dos Povos Livres não tem comprometimento em ajudar uns aos outros em assuntos internos, porém, devem se unir contra os inimigos da paz.


No final, todos assinariam o documento e esse seria colocado na parede da Sala do Trono, selado magicamente dentro de um quadro. Cópias simbólicas seriam entregues a cada um dos membros daquela aliança. Após isso, Erik entregaria armas para cada um dos presentes para simbolizar sua relação com Ikovia.


  • A primeira arma seria uma alabarda forjada de uma estranha liga de runita com o metal corporal da Oficina Elemental. O cabo da alabarda seria feito de madeira mágica e a estrutura metálica e a lâmina de dessa liga rúnica, com diversas gravuras e encantamentos fortalecendo ainda mais a arma. A liga runica-corporal na alabarda faria com que ela tivesse uma ligação com seu usuário, tornando a arma mais ágil de se usar para se proteger. Os encantamentos seriam criação de Leonna, o encantamento na alabarda se interligaria com o metal corporal e faria a alabarda ter um tipo de consciência própria, aconselhando através de sua aura ao usuário qual é o melhor movimento a se fazer durante o combate. Seria entregue ao Rei Louis Carnillean.

  • A segunda seria um cajado de madeira mágica reforçado por uma liga de runita e metal elemental com uma orbe feita de cristal élfico que se interligaria com o restante do cajado de forma mágica. Teriam uma série de encantamentos espalhados pela estrutura do cajado que o fortaleceria enormemente. O metal elemental faria o cajado ser especialmente poderoso para manipular qualquer elemento, enquanto o encantamento, fortaleceria isso a um ponto que "poderia tornar o usuário do cajado e o elemento um só". Seria dado a Daelirn Cadarn.

  • A terceira seria uma espada curta com lâmina folha, feita com uma mistura da liga de runita, metal da natureza e magias Guthixianas/Gnomicas profundas. Seria a arma mais difícil de forjar, por constantemente "causar danos" ao ferreiro. A liga junto da magia faria a espada ter uma relação íntima com a natureza, com um movimentar da espada, é possível comandar plantas a atacar um inimigo, enquanto os encantamentos na espada, tornariam o usuário da arma imunes a venenos, pragas e doenças. Entregue ao Rei Narnode.

  • A quarta seria uma lança curta de lâmina larga e afiada, feita da liga de runita com metal da mente. A lança, assim como a alabarda de Louis, teria o encantamento de pensar por si mesma, porém diferente da alabarda, teria efeitos diferentes graças ao metal mental. Enquanto o metal mental daria o efeito de proteger a mente de Gazine de influências mágicas, o encantamento faria a lança ser especialmente eficiente contra usuários de magia ou algo relacionado, cada ataque da lança, drenaria a força mágica de seu adversário. Seria entregue a Gazine Naara.

  • Por último, a quinta, seria um par de estranhas manoplas. As manoplas seriam forjadas do metal de runita com liga de metal caótico. As manoplas fariam seu usuário transformar qualquer objeto que toque,e seja adaptável a um estilo de luta do usuário, em uma arma de chamas mágicas causando apenas dano mágico. O metal caótico faria com que a arma tivesse esse efeito extraordinário, enquanto o encantamento na mesma, faria com que as manoplas se fortaleçam dependendo do quando improvável seja a vitória ou o quão perigosa seja a batalha.


Após a reunião, teria uma série de eventos teatrais e banquetes para os líderes. Na última noite que Nadja passaria em Ikov, Erik se reunirai com sua filha adotiva para discutir alguns assuntos importantes.
Na segunda, todos voltariam para seus lares, enquanto Erik permaneceria em Ikov.

Gastos:

Ikovia paga 500.000 moedas de ouro a Chernigov por um carregamento de runita. (Suficiente para em torno de 20 armas)

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sab Abr 29, 2017 12:50 pm

No final da primavera, um projeto no Conselho Real Ikoviano junto dos Conselhos Províncias de todo o Reino levantariam um enorme e arriscado projeto. Ikovia teria vencido a Horda Dourada e precisavam investir pesado na nação antes de seguirem sua campanha sul, então, seria ai que investiriam milhões em estrutura.

As Ciências em Ikovia também teriam grandes avanços, como também, as ciências politicas. A nação começaria a favorecer aqueles se esforçavam e dizer que "aqueles com honra, justiça e força de vontade terão melhores recompensas de Armadyl e de Ikovia".
Também aconteceria de a Igreja de Armadyl começar a permitir sub-divisões, os Cultos, e um deles se chamaria "Culto a Erik", que veneraria a personalidade do Santo Rei de Ikovia como um símbolo que merece a atenção de todos.


Pesquisas:

4 níveis em Couro Conservante
4 níveis em Burocracia
4 níveis em Baratenado Navios
Meritocracia
Cultos

Hemenster

Arsenal 0 -> 5 = 248.000g
Campos de Pastagem 5 -> 6 = 64.000g
Bosques 5 -> 6 = 48.000g
Casa de Culinaria 5 -> 6 = 48.000g
Casa de Arco e Flecha 5 -> 6 = 64.000g
Teatro Ducal de Hemenster = 80.000g
Hospital Ikoviano de Hemenster = 100.000g
Biblioteca de Hemenster = 75.000g

Uzer (-10%)852750

Caís de Pesca 5 -> 6 = 32.000g
Minas 5 -> 6 = 64.000g
Minas de Gemas 5 -> 6 = 96.000g
Campos Agricolas 0 -> 6 = 126.000g
Casa de Culinária 0 -> 6 = 94.500g
Casa de Ferreiros 0 -> 6 = 189.000g
Casa de Ourives 0 -> 6 = 252.000g
Casa de Tecelões 0 -> 6 = 94.500g

Crandor

Minas 5 -> 6 = 64.000g
Minas de Gemas 5 -> 6 = 96.000g
Casa de Ferreiros 5 -> 6 = 96.000g
Casa de Ourives 5 -> 6 = 128.000g

Nordisch

Campos de Pastagem 5 -> 6 = 64.000g
Campos Agrícolas 5 -> 6 = 64.000g
Casa de Herboristas 5 -> 6 = 48.000g

Gestohlen

Minas 4 -> 6 = 96.000g
Minas de Gemas 4 -> 6 = 144.000g
Casa de Ferreiros 4 -> 6 = 144.000g

Ikov

Minas 5 -> 6 = 64.000g
Minas de Gemas 5 -> 6 = 96.000g
Bosque 5 -> 6 = 48.000g
Caís de Pesca 5 -> 6 = 32.000g
Oficina de Ferreiros 5 -> 6 = 96.000g

Pico da Águia

Minas 5 -> 6 = 64.000g
Área de Caça 5 -> 6 = 32.000g
Campos de Pastagem 5 -> 6 = 64.000g

Kuste

Minas 5 -> 6 = 64.000g
Área de Caça 5 -> 6 = 32.000g
Campos de Pastagem 5 -> 6 = 64.000g
Caís de Pesca 5 -> 6 = 32.000g
Casa de Oleiros 5 -> 6 = 64.000g


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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Dom Abr 30, 2017 3:24 pm

Em Ikovia teria uma grande comoção para uma mudança econômica, em duas províncias, para corrigir o seu deficit.

Gastos:

Küste:

Casa de Arco e Flecha 0 > 6 = 126.000g
Casa de Culinária 0 > 6 = 94.500g
Casa de Tecelões 0 > 6 = 94.500g

Crandor:

Campos de Pastagem 0 > 6 = 126.000g
Caís de Pesca 0 > 6 = 63.000g
Casa de Culinária 0 > 6 = 94.500g
Casa de Tecelões 0 > 6 = 94.500g

Gasto total: 283.500g (-50%)

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Seg Maio 01, 2017 12:26 pm

Para expandir a economia Ikoviana, as províncias com pouca produção e industria receberiam aprimoramentos.

Gastos Totais: 567.000g (-50%)


Pico da Águia

Campos Agrícolas 0 > 6 = 126.000g
Casa de Ferreiros 0 > 6 = 189.000g
Casa de Arco e Flecha 0 > 6 = 126.000g

Nordisch

Area de Caça 0 > 6 = 63.000g
Bosques 0 > 6 = 94.500g
Casa de Arco e Flecha 0 > 6 = 126.000g
Casa de Carpinteiros 0 > 6 = 157.500g

Gestohlen

Área de Caça 0 > 6 = 63.000g
Casa de Ourives 0 > 6 = 252.000g

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Maio 16, 2017 2:07 am

Com a recepção do "honesto e justo pedido" do recém coroado Rei Gaston, Ikovia enviaria uma resposta para Kandarin via um mensageiro que diria publicamente na corte, para todos os presentes ouvirem.

"Caro Rei Gaston Carnillean, o Herdeiro do Coruja

Vosso falecido pai, o Rei Louis Carnillean, é um amigo meu de longa data. Lutamos um ao lado do outro quando ele era ainda um nobre menor de Kandarin e eu um capitão dos Guardiões de Armadyl. Algo que ele sempre valorizou muito foi a palavra e a honra colocada atrás dela,e como ele me disse um dia, "palavras ditas não podem ser desfeitas".

Quando os Lordes rebeldes de Hemenster e Seher se rebelaram contra o decreto do Rei Thoros Ardignas e atacaram Ikov, eles traíram sua pátria e também seus aliados que teriam lutado mais de uma vez para defender suas fronteiras, contra inicialmente Bandosianos e Zamorakianos e depois contra os rebeldes de Auvergne. Quando eles fizeram isso, eles não mais lutavam por Kandarin e sim por suas próprias ambições, quebrando seus juramentos ao seu Monarca, eles deixaram de fazer parte de Kandarin naquele dia.
Os rebeldes agrediram os íntimos aliados de Kandarin, os Armadyleanos de Ikovia e os Elfos de Priffdinas. Nós nos defendemos e vencemos batalhas contra inimigos em números superiores, e para evitar que eles recuperassem as forças e agredissem tanto esses dois povos quanto a própria Kandarin, nós conquistamos seus territórios. Mesmo com isso estabelecido, o na época Regente de Kandarin, seu pai, a recém formada Ikovia teve que estabelecer um acordo que é mantido até hoje: Ikovia não mais irá anexar território pertencentes a Kandarin, e assim mantivemos esse acordo.

Atualmente o Sacro Reino de Ikovia sangra por Kandarin, literalmente, lutamos como a vossa vanguarda para reconquistar os territórios de Kandarin e entrega-los a vocês, como também, nos comprometemos a conquistar o sul e entregar a Kandarin, para que a segurança da pátria-mãe seja feita e suas fronteiras se tornem seguras. O vosso pai jurou manter a promessa e como recompensa a Ikovia, tornaria nossas fronteiras também fechadas e plenas, para que nós pudessem melhor defender o norte e Kandarin melhor defender o sul.

Lembre-se do que seu pai pediu em seus últimos momentos, Rei Gaston, pois sua linhagem é de homens que honram sua palavra e as mantém até o último suspiro.
Lembre-se do que estamos fazendo por Kandarin, estamos sangrando e lutando por vossa segurança e liderando uma campanha distante de nossa casa.
Lembre-se que Ikovia não tinha nada a ganhar com a morte de seu pai e que juramos uma aliança com Kandarin, uma aliança entre duas pátrias que compartilham as mesmas origens, o mesmo sangue.
Lembre-se de quem és filho.


Humildemente, Rei Erik Adler.
"

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Maio 16, 2017 2:44 am

No final da última estação, Ikovia passaria por grandes avanços tecnológicos principalmente na área da Grande Armada de Armadyl, para melhorar seus navios e também sua capacidade de defender os mares.

Também aconteceriam avanços para melhor aproveitar o território Ikoviano e tornar as colônias mais próximas e íntimas do restante da nação.

Expansão Interna (Pesquisa de Conversão Cientifica)
Tradição Naval (Pesquisa de Conversão Militar)
Integração Colonial (Pesquisa de Conversão Econômica)
Barateando Navios (4 níveis)
Casca Grossa (4 níveis)

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Maio 16, 2017 6:52 pm

Na semana seguinte da resposta do Rei Gaston, Erik enviaria uma resposta, novamente dita em corte. A resposta seria bastante direta e simples, falando que Ikovia faria uma investigação por conta própria para descobrir se a Confederação Fremennik era a mandante de verdade do assassinato, que aquilo poderia ser uma conspiração do Conclave Xamãnico de Gu'Tanoth junto dos Mahjarrats que lideravam o ataque ao Cerco de Ardonha.

Não teria nenhuma menção de Ikovia entregar Hemenster.

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qua Maio 17, 2017 6:35 pm

Como um novo projeto levantado pelo Almirante da Grande Armada de Armadyl, que teria sido aceito pelo Conselho Real de Ikovia com certa facilidade, Ikovia precisaria urgentemente investir em sua marinha para defender seus interesses. Uma guerra estaria para se aproximar e essa teria grande parte influenciada pelo uso de navios de batalha.

Sendo assim, o projeto iniciaria na Capital Ikov.

5 Navios de Linha
10 Fragatas
20 Galeões
15 Marinheiros Veteranos
20 Marinheiros Treinados

Navios = 800.000g (-50%)
Marinheiros = 12.000g (-50%)

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sab Maio 20, 2017 6:43 am

O Cerco a Cidadela Bandosiana de Gu'Tanoth

20 de Raktubro do Ano 18

Alguns meses após a Grande Reconquista ter tomado Gor'Tok, nossos exércitos liderados pelo Príncipe Regente Casemir desceriam as montanhas e se instalariam em Yanille por algum tempo. Com as rotas de mantimentos prontas e a Grande Armada de Armadyl saindo dos portos da cidade, nossos exércitos marchariam sul seguindo a costa, sob proteção dos canhões da Armada.
Durante a viagem o Príncipe se reuniu com seus oficiais, entre ele eu o Capitão Frederick von Halle de Seher promovido após a Batalha de Gor'Tok, comunicando nessa reunião que os Exércitos de Kandarin, os poucos restantes, e as forças remanescentes vindas de Entrana fariam um bloqueio militar nas outras rotas do sul para o norte, deixando apenas o caminho da Grande Reconquista em aberto, até então, tudo como planejado.

Chegamos nas proximidades da gigantesca cadeia de montanhas de Gu'Tanoth por volta do dia 11 de Raktubro, então, levantamos o Cerco e começamos a preparar nossos armamentos, enquanto esperaríamos o tempo ruim passar. Enquanto isso aconteceria, os Guardiões de Armadyl seriam enviados em uma missão para Gu'Tanoth, aonde se reuniriam com a raça de escravos dos ogros chamada "Skavids" e conseguiriam fazer os mesmos se rebelarem contra seus Mestres Ogros.
No dia 19 de Raktubro os Skavids sairiam de seus tuneis e caos se espalharia pela Cidadela, fumaça vista de longe enquanto armas de cerco e fortificações seriam queimadas, e durante o caos, os agentes dos Guardiões aproveitariam para causar um desmoronamento nas montanhas acima do Jigueguigue, fechando algumas passagens no interior e exterior da Cidadela ditas perigosas, como também, rompendo alguns lagos de magma e inundando a parte mais baixa da cidade.

No mesmo dia a Grande Armada de Armadyl avançaria pela costa, durante uma noite de intensa neblina e dispararia saraivadas atrás de saraivadas derrubando uma fortificação costeira dos Ogros, causando desmoronamentos no processo e permanecendo na região, de vigília.
As forças principais da Grande Reconquista, composta pela Vanguarda de Armadyl, os Sacros Vigilantes de Armadyl e toda sua artilharia avançaria pela passagem principal, combatendo os inimigos fortificados com disparos de artilharia e arco, enquanto sendo protegidos pelas formações dos Vanguardistas e magias dos Feiticeiros de Batalha.
Os Skavids que teriam sobrevivido a rebelião guiariam as forças auxiliares da Grande Reconquista através dos túneis secretos de Gu'Tanoth, apoiando-os com informação territorial também. O combate começaria quando as forças da Tríplice Absolvição sairia pelos tuneis baixos e começaria a combater os Duendes Montados e as forças dos Lanceiros Karamji dos Porongos sairia pelos tuneis superiores, combatendo uma força de Ogros na retaguarda das defesas principais da Cidadela.

O combate seria caótico em algumas áreas, principalmente para os Karamji, que inicialmente teriam problemas para combater tantos inimigos, já que não era esperado que os Ogros enviassem suas reservas tão rapidamente. Porém com essa ação, seria aberto espaço para a Blitzkrieg agir e assim ela faria, jogando os Panzers na retaguarda do inimigo, sobre seus xamãs, enquanto os Ritteradlers e Rittergriefen levariam o caos a retaguarda das infantarias na passagem para Gu'Tanoth e nas partes superiores aonde combatiam os Karamji. A força de terra da Blitzkrieg escalaria os escombros do forte afundado pela Grande Armada e atearia chamas as armas de cerco restantes dos Ogros.

O combate duraria até o amanhecer, seria quando a vitória seria dada e o último ogro em Gu'Tanoth seria morto, porém aos custos de dezenas de auxiliares mortos e alguns da força principal. Seria quando o Conclave Ogro conjuraria poderosas magias geomantes para tentar derrubar Gu'Tanoth com terremotos e causar danos as forças conquistadoras, porém, falhariam e apenas destruiriam todas as fortificações restantes, tornando Gu'Tanoth difícil de defender. Enquanto isso, Zogros sairiam das Catacumbas do Jiguiguigue e seriam combatidos por Arqueiros da Vanguarda, os Sacros Vigilantes e os Panzers, combate duraria algumas horas durante a manhã, mas os Zogros seriam derrotados.

Apesar da vitória, nosso Príncipe não parecia feliz, muitos teriam morrido e algo parecia o incomodar, seria quando ele daria suas últimas ordens, convocaria sua guarda pessoal de Ritteradlers e partiria para Ardonha.
As últimas ordens seria para queimarem todos os corpos dos ogros e completarem os rituais Ikovianos de cremação de seus mortos, já os mortos Karamji, seriam colocados em um estado de "refrigeração" mágico e enviados de volta para Karamja junto com toda a unidade sobrevivente dos Lanceiros dos Porongos, o Príncipe pessoalmente os liberando de seus serviços.
O Jigueguigue nas semanas seguintes seria tomado por orações tanto Armadyleanas, durante os finais de semana, quanto Saradominista durante o restante da semana, seria tentativa conjunta dos Sacros Vigilantes de Armadyl e o Clero Saradominista que acompanharia os Cruzados de Entrana para consagrar a região e diminuir sua influência necromantica.

Enquanto preparávamos fortificações improvisadas em Gu'Tanoth, eu ouvi boatos que o Conclave fugiu para Oo'Glog e preparava os Ogros para uma resistência final, porém, sabemos que eles não seria páreos para a Grande Reconquista.

Diário de Batalha do Capitão Frederick von Halle de Seher, Capitão das Forças Ducais de Seher

Baixas da Grande Reconquista:

1.000 Sacros Vigilantes de Armadyl
1.250 Lanceiros dos Porongos
1.500 Soldados da Infantaria da Tríplice Absolvição
500 Vanguardistas de Armadyl

Baixas de Gu'Tanoth:

20.000 Ogros (Força Principal)

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Última edição por Angelloh em Sab Maio 20, 2017 6:53 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sab Maio 20, 2017 6:50 am

Poucos dias após O Cerco a Cidadela Bandosiana de Gu'Tanoth, Casemir chegaria em Ardonha com a sua guarda pessoal de Ritteradlers, se reunindo em corte com o Rei Gaston Carnillean.

Inicialmente seria discutido o destino dos Skavids e também dos Ogros, até então, tudo resolvido dentro dos padrões que o Príncipe teria sugerido. Porém quando Casemir entregaria a parte Ikoviana do Contrato do Acordo Kandariniano-Ikoviano que falaria sobre o acordo militar de defesa de fronteiras, conquista Ikoviana para Kandarin e a entrega de Catherby e Aglarost para Ikovia, Gaston tomaria uma ação imprevista: Ele rasgaria o contrato em frente de seus vassalos e Casemir, em seguida, ordenaria que o Príncipe fosse preso por ações contra Kandarin, antes que a Guarda Real de Alabardeiros fizessem isso, Casemir faria um curto discurso lembrando das dividas de Kandarin com Ikovia, fazendo maior parte dos nobres presentes e inclusive os membros do Alto Conselho duvidarem da ação de Gaston, porém este, não voltaria atrás.

A Guarda, tomada por um senso de justiça e divida, não saberia o que fazer e então, Casemir seria guiado para fora da sala antes que a situação mudasse. O Rei não gostaria de não ter sido obedecido e após aquela situação, substituiria toda sua Guarda Real por soldados mais "leais".

Voltando a Ikovia, Casemir se reuniria com o seu pai e o Conselho Real para discutir o que teria acontecido em Ardonha. Nenhum dos presentes previa que Gaston tomaria tal ação, todos sabendo que o homem não apoiava as ações de seu pai, mas ninguém esperava que ele cuspiria nas ações do mesmo. Após a reunião e já com decisões tomadas, o Rei Erik e o Príncipe Regente fariam uma convocação da Aliança dos Povos Livres, porém não chamaria o Rei Gaston.

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