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 O Sonho de uma Nação

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Ago 22, 2017 6:08 pm

O Cerco a Colônia de Grenzen -  O Engodo

Após semanas de movimentação de tropas tanto por Ikovia quanto por Ekhaya e a Horda Selvagem, finalmente Grenzen estaria guarnecida pelos Lansquenetes liderados pelo Comandante da Guarda Roberth Chevalier.
Uma semana antes da Horda Selvagem chegar em Küste, as forças do Príncipe Gazine Naara de Ekhaya chegariam a cidade, avisando-os da aproximação do inimigo e seus números, aproveitando a situação, Gazine, Roberth e a Marquesa de Grenzen discutiriam as estratégias que seriam utilizadas para a batalha.

No dia da batalha, as defesas de Küste seriam surpreendidas por uma força muito baixa de Selgros, claramente mostrando que aquilo seria um engodo. Sem nenhuma dificuldade, a força atacante seria exterminada, sem baixas alguma para a defesa.

A Batalha de Ngokwedlulele - A Emboscada Karamji

O pequeno e inexperiente exército do Príncipe de Ekhaya estaria esperando pelas forças que provavelmente recuariam de Grenzen pela passagem de Ngokwedlulele, porém, o que viria seria quase toda Horda Selvagem, que teria usado uma pequena força de engodo no cerco e faria a volta para atacar uma das colônias desprotegidas. Notando que seria essencial levantarem a emboscada mesmo assim, a força em clara desvantagem de Ekhaya emboscaria a Horda Selvagem próxima a costa, antes das montanhas e logo após a passagem.
Eles lutariam com vigor, porém estariam lentamente perdendo números, seria quando reforços de Ogros do Mar, os Mogros, chegariam pela costa, causando pânico nos Karamji. Aya, a assassina enviada por Roberth, conseguiria eliminar o líder dos Selgros com a ajuda de Gazine, causando o declínio daquela horda.
Os reforços de Aviansies vindos de Korridor chegariam em algumas horas, e logo após isso, os reforços vindos de Grenzen, o que finalizaria aquela horda de uma vez por todas.

Após essa batalha, as colônias seriam avisadas de que os Mogros estariam envolvidos com a Horda Selvagem. As forças de Gazine Naara voltariam para Tai Bwo Wannai, em marcha padrão, para evitar emboscadas. Todos os corpos dos inimigos mortos seriam mortos, os mortos de Ekhaya entregues aos mesmos para suas cerimônias e os Aviansies entregues as suas.

A segunda Horda Selvagem marcharia para Küste, aonde os Mogros já os esperavam para um ataque a aquela colônia.

Baixas da Horda Selvagem e os Mogros:

-25.000 Selgros
Morte do Líder Supremo dos Selgros
-5.000 Mogros
-120 Catapultas

Baixas de Ikovia, Aviansies e Ekhaya:

-1.500 Guerreiros de Ekhaya
-1.000 Aviansies

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qua Ago 23, 2017 11:58 pm

Após as batalhas nos arredores de Grenzen, Ikovia notaria que novas ameaças estariam surgindo a todo o momento. Levando isso em consideração, aconteceria um recrutamento em massa para ocupar 100% da capacidade militar da nação.

Gastos:

Ikov

10 Batalhões de Ritteradlers

Uzer

12 Batalhões de Vanguarda Arqueira (Veterano)
10 Batalhões de Defensores de Uzer (Veterano)
25 Batalhões de Defensores de Uzer (Treinado)

Crandor

20 Batalhões de Lansquenetes (Treinados)
10 Batalhões de Besteiros Lansquenetes (Treinados)

Catherby

30 Batalhões de Lansquenetes (Treinados)
20 Batalhões de Besteiros Lansquenetes (Treinados)

Aglarost

20 Batalhões de Besteiros Lansquenetes (Treinados)

Treinados: 75.000g
Veteranos: 52.800g
Águias: 120.000g

Total: -173.460g

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qui Ago 24, 2017 12:33 am

Notando uma oportunidade diplomática e politica única, o Santo Rei de Ikovia convenceria o Conselho Real a contratar uma companhia mercenária da Cidade-Estado do Ponto de Musa.

A Companhia seriam soldados parte do exército do Ponto de Musa que estariam sendo "contratados" para aumentar as finanças da recém fundada Cidade-Estado, já que ela estaria passando por dificuldades. Eles se chamariam "Espadas de Musa" e seriam compostos por 5.000 Espadachins Treinados, o líder dos mesmos seria o ex-Comandante da Guarda Asgarniana do Ponto de Musa, agora comandante das defesas da Cidade-Estado, chamado "Jeofrey Benedite".

A Companhia das Espadas de Musa, lideradas pelo Comandante Joefrey Benedite seriam movidos para Grenzen, aonde próximas ordens seriam dadas nos dias seguintes.

Gastos: 120.000g


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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sex Ago 25, 2017 4:44 pm

O Conselho Real de Ikovia finalmente chegaria a conclusão de que algo grave estaria acontecendo. Com a Horda Selvagem se aliando com os Mogros, Fendas Demoníacas se abrindo lentamente por todo o globo e nações emergentes preparando armas e enviando assassinos atrás dos líderes da Aliança dos Povos Livres, Ikovia se prepararia para a guerra total.

Através de um discurso profundo e animador do Santo Rei Erik Adler, seria convocado os exércitos Ikovianos para a guerra, em sua totalidade.

Na Marca do Oeste, o Pico da Águia, os exércitos vassalos seriam convocados e a Cidadela seria fortificada.

Na Marca do Norte, seria ordenado que os exércitos de Nordisch fossem convocados e permanecessem em treinamento para causo fossem convocados para outra região do norte. Festungen prepararia suas armas e soldados também, mantendo-os prontos para qualquer situação que fosse necessária.

Na Marca Central, seria ordenado para Aglarost manter a vigia atenta na passagem que levaria ao País Troll, enquanto suas forças também seriam convocadas. Em Catherby seria ordenado, além da convocação das tropas, que mantivessem a costa limpa e preparada para embarcações de tropas.
Seher e Hemenster enviariam suas tropas para Ikov, para o planejamento da batalha em defesa da Capital. Porém, os Caçadores da Casa Goglyren, comandado pelo filho da Duquesa, iriam para Küste, junto dos Feiticeiros da Corte Prateada. A marinha de Ikov e Catherby seriam enviadas em patrulhas costeiras e seriam mantidas preparadas para reforçar as colônias se necessário.

Na Marca Colonial, Crandor seria ordenada para manter suas tropas fortificando a Cidadela central, como também, manter sua marinha fazendo patrulhas costeiras. Brimhavem convocaria suas tropas e as deixaria prontas para qualquer situação.

Na Marca do Leste, Uzer entraria em estado de sítio absoluto. Ameaçados tanto pela Fenda em seu território quanto pelas incursões dos piratas, os cidadãos seriam guiados para a cidade e as tropas ordenadas a fortificarem os muros, mantendo uma vigia de 24 horas. A marinha de Uzer seria ordenada a manter sua patrulha na costa e evitar alto-mar, focando em proteger a cidade e sua costa.

Em Gestohlen, o Marquês manteria suas forças atentas a qualquer incursão Troll ou alguma Legião Demoníaca que poderia se aproximar. Já seria padrão na região manter as forças vassalas atentas a convocação.

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Ter Set 05, 2017 6:33 pm

A Grande Defesa de Küste

22 de Bennath do Ano 25 da Sexta Era

Já faz meses que o Príncipe Casemir reuniu a Vanguarda de Armadyl em seu comando e a moveu para Küste. Estamos aqui nessa cidade, servindo mais como uma guarnição em uma cidade cheia de insetos, calor e umidade.

Depois de muita espera, recebemos a informação de que Grenzen conseguiu expulsar a invasão dos Selgros e que Gazine Naara teria emboscado a horda durante uma tentativa de pegar uma das colônias com pouca guarnição. Junto dessa informação, descobrimos também que a segunda Horda dos Selgros estaria se movendo para Küste e chegaria em menos de uma semana.
O Príncipe faria uma declaração pública ainda naquela noite, dizendo que os Selgros teriam aliados vindos do mar, chamados de Mogros, e que esses provavelmente tentariam atacar Küste enquanto defendíamos os muros. Isso preocuparia os cidadãos por estarmos em menor número, porém a confiança de nosso Príncipe e suas palavras mostram, sem dúvidas, que é realmente filho do Rei. Ele prepararia as defesas da cidade e os Feiticeiros vindos do Centro de Pesquisa de Karamja e os Feiticeiros da Corte Prateada criariam proteções nos muros, principalmente na costa, até então eu não sabia o motivo.

Como Tenente dos Caçadores da Casa Goglyren, meu destacamento foi enviado para o Farol Ikoviano de Küste, aonde faríamos nossa guarita e protegeríamos a cidade de nossa forma única. Lembro que os Feiticeiros da Corte Prateada também foram enviados para o Farol, porém mesmo com nossa tentativa de comunhão, eles sempre se mantiveram afastados.

No dia do Cerco, um exército gigante de Selgros raivosos com suas armas de cerco improvisadas se aproximavam do outro lado do Rio Ichibi, enquanto na costa, o mar parecia raivoso e com ondas quase tão altas quanto os muros. Os Selgros seriam martelados constantemente por nossa artilharia superior, tornando inútil a postura defensiva que eles estariam tomando.
Porém, na costa, as criaturas mencionadas pelo Príncipe sairiam de dentro do mar, ou planando nas ondas como se eles as controlassem, saltando nas docas da cidade. Porém, o Príncipe já esperaria por isso, e derramaria as armadilhas, saraivadas de Feuerhagel e flechas nos atacantes por aquele flanco.

A batalha estaria progredindo com perfeição aos planos de Casemir, até que algo apareceria nos céus. Uma tempestade de trovões de inicio, assustando um pouco as forças defensoras, porém em seguida, raios fritariam as criaturas no mar, forçando-as todas a costa. Algo denominando-se o Deus Trovão estaria do nosso lado, provavelmente os Karamji teriam orado por ele.
Desse ponto em diante, a batalha progrediu de uma defesa brilhante para um verdadeiro massacre de Mogros e Selgros. O Comandante Roberth Chevalier apareceria na batalha também, seu dragão ajudando as defesas enquanto ele pessoalmente finalizaria os Mogros e mataria o líder dos mesmos. Enquanto no fronte de batalha, enquanto os Selgros tentariam fugir dos muros da cidade, o Príncipe pessoalmente lideraria a Vanguarda para fora da cidade, tentando interferir na fuga dos Selgros, e conseguindo parcialmente, matando centenas dos mesmos.

Enquanto Küste se recuperava da gigantesca batalha de dois flancos, receberiam informação que Gazine Naara teria emboscado os Selgros em fuga e os exterminado.

Relatório do Tenente Fritz Heuer dos Caçadores da Casa Goglyren

Perdas:

15.000 Selgros
Líder dos Selgros
15.000 Mogros
Líder dos Mogros

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qua Set 06, 2017 3:20 am

A Batalha pela Península de Cairn

5 de Raktubro da Sexta Era

Com um plano arriscado, Casemir confiaria o Cerco de Cairn a ideia suicida de Vladimir Habitch. Küste seria deixada sob proteção do Comandante Roberth e os Lansquenetes, enquanto o Exército Expedicionário Ikoviano marcharia para Cairn pela costa, enquanto a marinha colonial da Grande Armada de Armadyl faria um bloqueio naval na península.

As forças Ikovianas chegariam nas aldeias Zamorakianas próximas de Cairn antes mesmo dos batedores de Khazard avisarem do exército Ikoviano se aproximando, dando a gigantesca vantagem aos Ikovianos do ataque surpresa. Eles acampariam fora do alcance da defesa.

Antes dos Ikovianos se prepararem para o avanço, Hazeel usaria o Totem do Espirito para melhorar suas habilidades necromanticas e criar criaturas aladas para atacar os Ikovianos e tentar espalhar a Maldição nos mesmos, porém, elas falhariam miseravelmente na tentativa, sendo exterminadas por arqueiros e canhões.

Enquanto os Ikovianos preparavam suas armas de cerco, o tempo fecharia novamente nos arredores e então, flutuando nos céus, apareceria novamente a "entidade Karamji", que aria ondas gigantescas se chocarem na península rochosa aonde ficaria a Fortaleza de Cairn, ao mesmo tempo que uma chuva de raios cairia na cidade em si. As ondas fariam as rochas ruírem e a fortaleza afundar no mar, enquanto a cidade seria ateada em chamas, jogando toda a defesa em um caos completo. Khazard e Hazeel conseguiriam fugir pelo plano das sombras, mas não teriam salvado nada no processo, principalmente o seu Totem do Espirito, que teria sido "perdido no mar".

Após o caos instaurado, uma fenda de sombras surgiria no centro da cidade, surgindo dela um exército de sombras junto de um gigantesco Leviatã, que imediatamente faria os cultistas de Hazeel e os soldados de Khazard sobreviventes reunirem forças para atacar os Ikovianos.
As forças do Caos marchariam em direção dos Ikovianos, lutando contra os mesmos no campo aberto e rochoso entre a cidade em chamas de Cairn e o acampamento Ikoviano. O combate seguiria perfeitamente as estratégias aplicadas por Casemir, conseguindo quase exterminar as sombras antes mesmo de se aproximarem. Quando o Leviatã cairia atordoado por constantes disparos dos Caçadores da Casa Goglyren, um gigantesco Colosso feito de rochas sairia do chão e quebraria o Leviatã ao meio, então ao lado de Casemir, apareceria Ankelion, controlando o colosso.
Aquilo destruiria a moral dos defensores, colocando-os em fuga imediatamente, enquanto o restante das criaturas das sombras seriam exterminadas.

Hazeel e Khazard conseguiriam fugir com alguns poucos Cultistas e Soldados, porém a maioria ou morreria ou seria capturado pelos Ikovianos e seu bloqueio naval. Enquanto isso em Cairn, os vestígios das criaturas derrotadas e remanescentes dos Zamorakianos seriam estudados e destruídos.

Casemir, Vladimir e Ankelion se reuniriam no Templo dos Antigos, um antigo Templo Karamji em Cairn abandonado a muitos anos que agora serviria para rituais negros dos Mahjarrats. Eles discutiriam o destino de Karamja, enquanto Vladimir apresentaria provas da relação do Tai Naara com os Mahjarrats, Ankelion se comprometendo em punir o "traidor Karamji".
Ikovia mantaria a Vanguarda em Cairn até os Aviansies chegarem para colonizar a península, após isso, retornariam para Küste. Com três dos quatro artefatos nas mãos de Ankelion, ela faria um ritual com ajuda dos Feiticeiros Ikovianos para localizar e tirar do mar o Totem do Espirito, agora, os quatro artefatos religiosos mais importantes dos Karamji estariam novamente nas mãos dos mesmos, ou mais exatamente, de Ankelion.

Baixas:

5.000 Cultistas de Hazeel mortos
500 Cultistas de Hazeel capturados
1.000 Cultistas de Hazeel sobreviventes

8.000 Soldados de Khazard mortos
400 Soldados de Khazard capturados
2.000 Soldados de Khazard sobreviventes

12.000 Sombras destruídas
1 Leviatã destruído

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Qua Set 06, 2017 6:31 pm

Após a vitória esmagadora em Cairn, Ikovia teria bastante material para estudar os seus inimigos.

Os corpos dos mortos-vivos infectados em Brimhavem e as criaturas que teriam atacado os Ikovianos durante a fase de cerco no ataque a Península de Cairn seriam levados para a Academia de Ciências em Uzer. Eles descobririam pouco sobre a maldição, conseguindo apenas a informação de que ela seria quase totalmente mágica.

As pesquisas sobre as Sombras e o Leviatã seriam feitos na Torre dos Feiticeiros. As pesquisas relatariam que essas criaturas seriam de um plano pouco conhecido, chamado Plano das Sombras, e claramente estariam sendo controladas por um grande usuário de magia capaz de tal feito que seria, não apenas entrar no plano das sombras e sair vivo, como também, controlar suas criaturas. O Leviatã em questão seria feito de milhares de sombras.

Os Cultistas de Hazeel e os Soldados de Khazard capturados seriam levados para Ikov, aonde seriam torturados e interrogados pelos melhores especialistas em Ikovia. Alguns cultistas, sobre forte pressão psicológica, acabariam revelando que teria implorado por ajuda do Alto Legionário Astha'Roth e o Rei-Bruxo Ur'Keth durante rituais, e que um deles teria claramente enviado ajuda. Os Soldados de Khazard, acabariam revelando que Khazard e Hazeel já teriam construído outro centro de comando, mais exatamente, em uma das ilhas-colônias de Kandarin.

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Sab Set 09, 2017 4:04 am

Com a abertura das fendas em território Ikoviano, a ordem vinda do Sacro Rei Erik Adler seria: Não esperar o ataque das Legiões Demoníacas, pelo contrário, levar o combate até eles.

Em Ikov, o Rei Erik marcharia com o exército provincial já reunido na Capital em direção da Legião Demoníaca que vinha descendo o Lago Heilig e em direção do vilarejo de Heiligkeit, enquanto isso, reforços vindos de Seher e Hemenster fariam um contorno pelo sul e pretendiam reforçar o exército provincial de Ikov pelo sul, cruzando o vilarejo. Os reforços vindos de Catherby e da Colônia de Divinação Élfica reforçariam vindo pela retaguarda do inimigo, descendo pela mesma rota que os demônios teriam vindo.

Em Uzer, a Grã-Duquesa Maryiah usaria sua influência com o Império Menaphita para contratar uma companhia lealista de mercenários chamados "Serpentes do Deserto", composta por 3.000 Guerreiros Leves e 1.500 Arqueiros Leves, que seriam ordenados a manter mobilidade pelo deserto e esperar por ordens. Enquanto isso, o Grão-Duque Gerhaus de Uzer reuniria suas forças e marcharia para combater a Legião Demoníaca em uma planície alguns quilômetros de Uzer, aonde não seria tão quente quanto o interior do deserto.

O Marquês Drogomir de Gestohlen estaria se preparando para marchar com suas forças ao apoio de Longomuro, quando receberia uma carta do Conselho Real, não mais movendo suas tropas e permanecendo na segurança dos grandes e grossos muros de Gestohlen. Quando as autoridades Ikovianas em Chernigov fossem questionadas por tal movimento, seria ordenado alegarem que existe a probabilidade de reforços as Legiões vindo por parte dos Cavaleiros Negros.

O Exército Expedicionário Ikoviano em Karamja faria a declaração pública de que sua missão estaria completa em Karamja e que retornariam Ikov para novas ordens. O Príncipe-Herdeiro Casemir Adler permaneceria com os soldados no retorno.

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Dom Set 17, 2017 10:09 am

Com o notável crescimento de movimentação de Saradoministas em Ikovia, os Cavaleiros da Távola Redonda em Aglarost reuniria seus cavaleiros e "enviariam para uma missão atrás do artefato de sua Santa".

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MensagemAssunto: Re: O Sonho de uma Nação   Dom Set 17, 2017 10:13 am

Com a expansão da necessidade do uso de Runas em Ikovia, os Feiticeiros receberiam a permissão de privatizar os Obeliscos da Água e Fogo no território de Catherby.

Os Feiticeiros imediatamente indo para o local e transformando em centros de pesquisa.

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